O registro do indizível: um olhar sobre a arte fotográfica a partir dos pressupostos de Roland Barthes

Sandra Klafke, Jorge Souza

Resumo


Este artigo aborda a fotografia do ponto de vista da arte e, para tanto,

parte das categorias de studium e de punctum e toca a potência de “isso foi”,
elaboradas por Barthes (2009a). Esta escrita reflete acerca do lugar do contemplador
da imagem e sobre a impossibilidade de que a fotografia se revele
em todas as suas dimensões, ou seja, que o espectador a apreenda em totalidade.
Nesse viés, explora-se a noção de que a imagem é um universo refrator
de inúmeras semânticas e que o olhar do espectador só é capaz de alcançar,
quando frente a ela, os traços imagéticos que reflitam a si mesmo.

 


Palavras-chave


fotografia; contemplação; experiência

Texto completo:

PDF/A


DOI: https://doi.org/10.5007/2176-8552.2016n21p255



outra travessia, eISSN 2176-8552, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil.

CC-by-NC icon
Esta obra foi licenciada com uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional.