A estreita relação entre leitura e identidade em A Rainha dos Cárceres da Grécia, de Osman Lins

Carolina Duarte Damasceno

Resumo


http://dx.doi.org/10.5007/2176-8552.2012n14p117

Este artigo tem como intuito analisar os alcances da opção do narrador de A Rainha dos Cárceres da Grécia, de Osman Lins, de escrever suas notas de leitura sobre o romance homônimo de sua falecida companheira, Julia Marquezin Enone, em forma de diário. Sua peculiar escolha, que gera uma imbricação de gêneros, por aproximar interpretação literária e escrita íntima, será entendida como um modo de estreitar os vínculos entre leitura, experiência e identidade. O último livro do escritor pernambucano contribui, assim, para discussões sobre o espaço autobiográfico, apresentando um novo olhar sobre a relação entre a literatura pessoal e a ficção.

 


Palavras-chave


Leitura; identidade; diário íntimo; A rainha dos cárceres da Grécia.

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DOI: http://dx.doi.org/10.5007/2176-8552.2012n14p117



outra travessia, eISSN 2176-8552, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil.

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