Funções Administrativas ou Práticas? As “Artes do Fazer” Gestão na Escola Mirante

Autores

  • Roberta Alvarenga de Almeida Universidade Federal do Espírito Santo
  • Gelson Silva Junquilho Universidade Federal do Espírito Santo

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-8077.2013v15n35p180

Palavras-chave:

Gestão e práticas sociais, cotidiano, gestão escolar, diretor escolar

Resumo

O objetivo deste artigo é ampliar a compreensão do exercício da gestão como fenômeno coletivo, resultante de práticas construídas pelos sujeitos organizacionais. O fio condutor foi a conceituação de Certeau (2009) sobre a vida cotidiana, locus onde sujeitos sociais desenvolvem “artes do fazer”, por meio de suas práticas. O estudo empírico foi realizado em uma escola pública de ensino fundamental, neste artigo denominada como Mirante, componente do sistema de educação básica do município de Vitória (ES). A estratégia metodológica foi baseada no método etnográfico, desenvolvida por meio de observação direta, complementada por entrevistas e documentos formais. A pesquisa mostra que as “funções administrativas” (FAYOL, 1970) são re/construídas socialmente, apropriadas que são por meio de práticas, resultantes das ações cotidianas de sujeitos praticantes no seio da escola. Os resultados apontam a complexidade das “artes do fazer” gestão, fenômeno este que é coletivo e não exclusivo da ação de um gestor.

Biografia do Autor

Roberta Alvarenga de Almeida, Universidade Federal do Espírito Santo

Programa de Pós-Graduação em Adminstração (PPGADM/UFES). Área: Ciências Sociais Aplicadas

Gelson Silva Junquilho, Universidade Federal do Espírito Santo

Programa de Pós-Graduação em Adminstração (PPGADM/UFES). Departamento de Administração. Área: Ciências Sociais Aplicadas.

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Publicado

2013-04-03

Edição

Seção

Artigos