A potencialidade do pensamento de Boaventura Santos para os estudos organizacionais

Autores

  • Ana Lúcia Medeiros Universidade Federal do Tocantins
  • Maria Luisa Mendes Teixeira Universidade Presbiteriana Mackenzie

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-8077.2018v20n50p166

Palavras-chave:

ecologias dos saberes. Monocultura. Sociologia das ausências. Sociologias das emergências. Contra-hegemônica

Resumo

O artigo discute a potencialidade do pensamento de Boaventura Santos para os estudos organizacionais. Suas ideias são consideradas contra-hegemônicas, uma vez que não só fazem crítica ao paradigma científico dominante, como apontam alternativas epistêmicas para que se tenha outra compreensão da realidade. No que tange à potencialidade do pensamento de Boaventura Santos, acredita-se que, assim como Habermas, Foucault e Derrida servem de referência para os estudos críticos organizacionais as desse autor poderão também dar contribuições para os estudos organizacionais. A superação da lógica das monoculturas é um importante passo em direção a um novo caminho a ser seguido pelas organizações. Identificar e credibilizar os diferentes saberes presentes nas práticas sociais e nas práticas de gestão são caminhos que podem fazer com que as relações sociais estabelecidas no interior das organizações sejam pautadas por saberes contra-hegemônicos.

Biografia do Autor

Ana Lúcia Medeiros, Universidade Federal do Tocantins

Professora adjunta III da Universidade Federal do Tocantins com doutorado em Administração de Empresas na Universidade Presbiteriana Mackenzie.  Atua no curso de Ciências Econômicas e dos Mestrado profissionais em Gestão de Políticas Públicas e em Administração Pública da Universidade Federal do Tocantins

Maria Luisa Mendes Teixeira, Universidade Presbiteriana Mackenzie

Professora do programa de doutorado em Administração de Empresas da Universidade Presbiteriana Mackenzie e  Profa. convidada do ISCTE - IUL (Portugal). Doutorado em Administração pela Universidade de São Paulo (1995) e pós-doutorado pela Universidad Complutense de Madrid.

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Publicado

2018-04-24

Edição

Seção

Artigos