Redes em organizações não-governamentais: estudo de caso do comitê para democratização da informática

Autores

  • Elvira Cruvinel Ferreira Ventura BCB - Banco Central do Brasil, Departamento de Organização do Sistema Financeiro - Rio de
  • Leonardo Vasconcelos Cavalier Darbilly FGV - Rio de Janeiro - RJ

DOI:

https://doi.org/10.5007/%25x

Palavras-chave:

Organizações Não-governamentais, Redes Organizacionais, Inclusão Digital.

Resumo

Assim como no mundo empresarial, organizações não-governamentais – ONGs têm se desenvolvido na lógica de redes e parcerias, alavancando o desenvolvimento do Terceiro Setor e redefinindo seu espaço no mundo interconectado. Além disso, as ONGs passam a construir modelos organizacionais próprios, de acordo com as novas necessidades para consecução de seus objetivos muitas vezes também redefinidos. O artigo analisa o modelo organizacional do Comitê para Democratização da Informática, a Rede CDI, buscando entender como está estruturado e como atingiu notoriedade na área social. O CDI é uma ONG brasileira que busca soluções para a questão da exclusão digital, por meio, principalmente, do modelo de ‘franquia social’ de suas escolas, no Brasil e no exterior. Ao aprendizado da tecnologia, com vistas à formação para o mercado de trabalho, se associam discussões que conscientizam e despertam a cidadania, propiciando a inclusão digital e social de jovens de comunidades carentes, através de um modelo organizacional e pedagógico simples, mas impactante nas comunidades. Além da força legítima do projeto do CDI, fator essencial que tem permitido a replicação do modelo é a combinação dos ideais de uma organização sem fins lucrativos com o gerenciamento profissional da rede.

Biografia do Autor

Elvira Cruvinel Ferreira Ventura, BCB - Banco Central do Brasil, Departamento de Organização do Sistema Financeiro - Rio de

possui graduação em Administração Pública pela Fundação Getulio Vargas - SP (1992), mestrado em Administração Pública pela Fundação Getúlio Vargas - RJ (1999) e doutorado em Administração pela Fundação Getúlio Vargas - RJ (2005). Atualmente é servidora pública federal - analista e gerente de projetos - Banco Central do Brasil e professor horista da Fundação Getúlio Vargas - RJ.

Mais informações: Currículo Lattes - CNPq.

Leonardo Vasconcelos Cavalier Darbilly, FGV - Rio de Janeiro - RJ

Possui graduação em Administração pela Universidade Cândido Mendes (2004) e mestrado em Administração pelo Fundação Getúlio Vargas - RJ (2007) . Atualmente é Assistente de pesquisas do Fundação Getúlio Vargas - RJ, Professor da Faculdade Mercúrio e Estagiário docente da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

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Publicado

2004-01-01

Edição

Seção

Artigos