Estudo morfométrico da megacariocitopoese esplênica em coelhos da raça nova zelândia branco

Maria Rita Pacheco, Silvana Martinez Baraldi Artoni, Diogo Antonio da Silva Santos, Daniela Oliveira, Maria Helena Corrêa Varella, José Carlos Barbosa

Resumo


Estudou-se a proporção existente entre as células megacariocíticas e os demais componentes tissulares do baço, em coelhos da raça Nova Zelândia Branco, na fase intra-uterina no período pós-natal. Em valores percentuais, constatou-se que as células megacariocíticas revelaram-se inferiores a todos os componentes tissulares do baço na maioria dos períodos de estudo, excetuando-se os recém-nascidos com oito dias de vida que mostraram o mesmo valor (0,4667%), para estas células e as trabéculas de tecido conjuntivo denso. Verificou-se que o mesmo valor (0,0667%) foi encontrado, para estas células, em recém-nascidos com 12 dias e em animais jovens com 56 dias. A técnica morfométrica utilizada demonstrou que a megacariocitopoese esplênica alcançou seu ápice (0,4667%) em recém-nascidos com oito dias e seu declínio (0,0000%) em fetos com 28 dias de prenhez e em animais jovens com 84 dias.

Palavras-chave


Morfometria; Megacariocitopoese esplênica; Coelhos

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DOI: https://doi.org/10.5007/%25x

Direitos autorais 2001 Maria Rita Pacheco, Silvana Martinez Baraldi Artoni, Diogo Antonio da Silva Santos, Daniela Oliveira, Maria Helena Corrêa Varella, José Carlos Barbosa

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Biotemas. UFSC, Florianópolis, SC, Brasil, eISSN 2175-7925

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