Identidade, arte e instituições: as disputas nos salões de arte nos anos 60

Autores

  • Emerson Dionisio Gomes de Oliveira Universidade de Brasília

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-7976.2011v18n25p212

Palavras-chave:

Salões de Arte, Memória, Identidade

Resumo

O presente artigo procurou esboçar o comportamento dos mais importantes salões de artes visuais em quatro cidades (Belo Horizonte, Brasília, Campinas e Curitiba), nos anos 60. Realizados fora do eixo Rio-São Paulo, tais salões foram palco de disputas ligadas às questões identitárias – artistas locais e os de fora – sendo, também, arenas decisivas para diferentes vocabulários estéticos, em contextos históricos distintos. Contextos estes marcados, no campo sociopolítico, pelo período militar pós-64, e, no campo artístico, pelas discussões sobre as novas figurações, as heranças modernistas, a ampliação dos suportes e dos gêneros e a gerência da arte por mercados e crítica incipientes e museus recém-criados.

Biografia do Autor

Emerson Dionisio Gomes de Oliveira, Universidade de Brasília

Graduado em Comunicação Social pela Universidade Estadual Paulista (1995), mestrado em Historia da Arte e da Cultura pela Universidade Estadual de Campinas (1998) e doutorado em História pela Universidade de Brasília (2009). Foi curador e diretor do Museu de Arte Contemporânea de Campinas (2002-2005) e atualmente é professor no Departamento de Artes Visuais da Universidade de Brasília.

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Publicado

2011-06-23