A energia elétrica no Paraná e os primeiros estudos de viabilidade energética no rio Iguaçu (1891-1913)

Autores

  • Cezar Karpinski Universidade Federal de Integração Latino-americana - UNILA

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-7976.2013v20n29p49

Palavras-chave:

Rio Iguaçu, História, Hidrelétricas

Resumo

Neste artigo se percebe como o discurso em torno da necessidade de “iluminação” e “força” legitimou o início de uma política hidroenergética no Paraná. Da análise de algumas fontes oficiais do início do governo republicano paranaense (1904-1913), discutem-se as especulações em torno da geração e comércio de energia elétrica, principalmente para a capital Curitiba. Neste momento, surgem as primeiras ações para implementação de hidrelétricas no rio Iguaçu, o que inaugurou uma prática que se intensificaria ao longo do Século XX, principalmente após a década de 1970, com a construção de cinco barragens ao longo do seu percurso.

Biografia do Autor

Cezar Karpinski, Universidade Federal de Integração Latino-americana - UNILA

Possui bacharelado em Filosofia pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (2002), mestrado e doutorado em História pela Universidade Federal de Santa Catarina (2007). Atualmente, é professor Adjunto I na Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA), sediada na cidade de Foz do Iguaçu-PR. Nesta instituição, ministra disciplinas da área de História Moderna, História da América e do Brasil (Período Colonial) para os cursos de História, Relações Internacionais, Antropologia e Ciência Política e Sociologia. É Diretor da Associação Brasileira de História Oral - Regional Sul, Gestão 2013-2015. Suas pesquisas e a maior parte de sua produção acadêmica se concentram nas multiplas relações históricas com a Natureza e o Meio ambiente, discutindo, principalmente, os seguintes temas: Hidrelétricas, Memórias, Subjetividades, História Oral, Paisagens, Rios, Rio Iguaçu, Cataratas do Iguaçu e História do Paraná.

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Publicado

2013-03-24

Edição

Seção

Artigo