Antonieta de Barros – A Novidade do Voto Feminino em Santa Catarina na Década de Trinta

Karla Leonora Dahse Nunes

Resumo


Em 1932, Getúlio Vargas concedeu, por decreto, o direito de voto às mulheres; uma novidade que gerou intensos debates que ora convergiam, ora divergiam sobre a aplicabilidade da questão sufragista feminina. A despeito da mobilização feminina/feminista em torna da legitimação desta conquista na Constituição a ser outorgada em 1934, observou-se que a maioria da mulheres catarinenses não se envolveram em tais debates. No entanto, justamente nesse Estado foi eleita como deputada uma mulher negra – a professora Antonieta de Barros – personagem ímpar na história catarinense por ter representado, ainda que não intencionalmente, a quebra de estereótipos relacionados à etnia, classe social e gênero.

Palavras-chave


Voto Feminino; Discursos Ideológicos; Preconceitos

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Esboços: histórias em contextos globais - ISSN da versão impressa 1414-722x (cessou em 2008) e ISSN eletrônico 2175-7976 - Florianópolis - SC - Brasil