Câmera escura estéreo: Construção e atividades experimentais

Autores

  • Gilmário Barbosa Santos Departamento de Ciência da Computação, Universidade do Estado de Santa Catarina, Joinville
  • Sidney Pinto Cunha Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer, Campinas

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-7941.2015v32n3p879

Resumo

Esse trabalho relata a construção de uma câmera escura estéreo (também conhecida como câmera de orifício ou câmera pinhole) voltada à captura de pares de imagens estereoscópicas e propõe atividades experimentais com a mesma. A câmera escura pode ser tão sofisticada quanto se queira, ou tão simples a ponto de poder ser construída artesanalmente, praticamente com materiais recicláveis. Esse trabalho descreve o uso prático desse tipo de câmera ao longo da história, bem como na atualidade. Aspectos da óptica e da geometria envolvidos na construção da câmera escura estéreo são apresentados de forma ilustrada. São propostos experimentos com a utilização das imagens obtidas pela câmera para a visualização em 3D por meio de par de óculos anaglifos, bem como é discutida a realização de estimativas de profundidade relativa por meio de triangulação.

Biografia do Autor

Gilmário Barbosa Santos, Departamento de Ciência da Computação, Universidade do Estado de Santa Catarina, Joinville

Professor no Depto de Ciência da Computação na

Universidade do Estado de Santa Catarina em Joinville, SC.

Sidney Pinto Cunha, Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer, Campinas

Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer, Campinas, SP.

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Publicado

2015-05-12

Edição

Seção

Atividades experimentais no ensino de Física