Doze mitos sobre a Teoria da Relatividade que precisamos superar

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-7941.2020v37n2p531

Palavras-chave:

Teoria da Relatividade, História e Filosofia da Ciência, Albert Einstein, Mitos Científicos, Construção do Conhecimento

Resumo

No dia 29 de maio se comemora o centenário do eclipse de 1919 que teria “provado” (ou confirmado) a Teoria da Relatividade Geral “criada” por Albert Einstein em 1915. Essa frase bastante comum apresenta vários problemas conceituais, entre eles a ideia de que teorias podem ser provadas e tem criadores; e que os dados do eclipse foram suficientes para confirmar a Relatividade Geral. Depois de cem anos do eclipse, ainda há muitos mitos que rodeiam a Teoria da Relatividade e a figura de Albert Einstein. Nesse artigo apresentamos cinco mitos sobre a teoria da relatividade especial, três mitos sobre a relatividade geral e quatro mitos sobre Einstein, que são constantes em livros didáticos, livros especializados, jornais e obras de popularização da ciência. Para desconstruir cada mito, fazemos uma apresentação histórica e conceitual, que reflete um exame rigoroso de pesquisa na literatura primária e secundária. O objetivo do trabalho não é minimizar a contribuição de Einstein para a relatividade, mas desconstruir o mito produzido em torno do cientista Albert Einstein e apresentar o Einstein histórico e suas posições científicas, bem como discutir como ocorreu a construção da teoria da relatividade e seus desdobramentos, como o programa de Buracos Negros e Ondas Gravitacionais. Também mostramos que a Relatividade não era a única teoria consistente e não resolveu todos os problemas conhecidos de sua época, assim como a sua aceitação não foi imediata e nem se deu por algum experimento crucial (experimentum crucis).

Biografia do Autor

Ricardo Capiberibe Nunes, Escola Estadual Amélio de Carvalho Baís

Bacharel em Comunicação Social, Licenciando em Física, tendo cumprido as disciplinas do bacharelado. Membro da ABRAPEC. Realizou pesquisas no Laboratório de Ciências Atmosféricas. Atualmente realiza pesquisas no campo da História, Historiografia, Filosofia e Sociologia da Ciência, com ênfase em Teoria da Relatividade Especial e Geral.

Wellington Pereira de Queirós, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

Doutor em Educação para a ciência (Ensino de Física) pela Universidade Estadual Paulista (UNESP-Bauru) com estágio Sanduíche no Programa de Pós-Graduação em Educação Científica e Tecnológica da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Mestrado em Física na linha de biofísica pela Universidade Federal de Goiás (2005), graduação em Bacharelado em Física pela Universidade Federal de Goiás (2002), graduação em Licenciatura em Física pela Universidade Federal de Goiás (2005). Atua como professor Adjunto 2 do Instituto de Física da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e como docente e orientador no Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. Suas principais linhas de pesquisa são: História, Filosofia e Sociologia da Ciência na Educação em Ciências e Física; Relações Ciência, Tecnologia, Sociedade e Ambiente (CTSA) na Educação em Ciências e Física; Formação de Professores na Educação em Ciências e Física. Trabalhou na educação básica como professor de Física, Matemática, Ciências e Filosofia. Atua também na Educação a Distância (EAD). Atualmente é representante da região Centro Oeste na Associação Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências (ABRAPEC).

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Publicado

2020-08-12

Edição

Seção

História e Filosofia da Ciência