Da ação à paixão: o percurso semiótico da busca do sentido

Autores

  • Marcela Ulhôa Borges Magalhães Universidade Estadual Júlio de Mesquita Filho - Faculdade de Ciências e Letras de Araraquara

DOI:

https://doi.org/10.5007/1984-8412.2016v13n2p1147

Palavras-chave:

Semiótica, Paixões, Estados Juntivos, Modos de Presença

Resumo

A semiótica francesa surgiu na década de 60, com as pesquisas de Algirdas Greimas, e tinha como aspiração desenvolver um estudo da significação a partir de uma metodologia de vertente estruturalista, que, inicialmente, excluía de seu campo de análise todos os elementos que remetessem à subjetividade do discurso. Este artigo tem como objetivo refletir sobre os avanços da teoria semiótica, desde seu início, no que concerne aos estudos passionais, bem como demonstrar de que maneira as reflexões sobre a tensividade e a fenomenologia, aliadas aos estudos das modalidades e das paixões propostos por Greimas, pouco a pouco, ampliaram o alcance de análise da teoria em questão, substituindo gradualmente uma semiótica que colocava a ação no centro de suas preocupações por outra, a semiótica das paixões.

Biografia do Autor

Marcela Ulhôa Borges Magalhães, Universidade Estadual Júlio de Mesquita Filho - Faculdade de Ciências e Letras de Araraquara

Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Estudos Literários pela UNESP – FCLAr.

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Publicado

2016-07-03

Edição

Seção

Artigo