A situação dos Núcleos de Inovação Tecnológica (NIT) no Brasil após duas décadas de lei de inovação: análise a partir da pesquisa Fortec e uma proposta de tipologia para avaliação de níveis de maturidade

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5007/2177-5230.2026.e113109

Palavras-chave:

Núcleo de Inovação Tecnológica, Desenvolvimento regional, Transferência de Tecnologia, Tipologia

Resumo

Este artigo investiga a situação atual dos Núcleos de Inovação Tecnológica (NIT), sistematizando evidências quantitativas e qualitativas a fim de compreender seus níveis de maturidade, após mais de duas décadas de implementação da Lei de Inovação (2004). Busca-se compreender as trajetórias dos NIT desde a promulgação da referida lei, e compara-se sua situação com a dos Technology Transfer Office (TTO), que inspiraram sua criação no Brasil. A partir da Pesquisa Fortec (2024), é mostrado que, embora a legislação tenha ao longo do tempo atualizado as atribuições dos NIT, a imensa maioria desses núcleos ainda apresenta desempenho concentrado apenas em depósito de propriedade intelectual, enfrentando fortes barreiras para avançar rumo à transferência de tecnologia. Após esta análise, e buscando contribuir para o aperfeiçoamento das políticas públicas voltadas para o tema, este trabalho propõe, de modo inédito, uma tipologia para avaliação dos níveis de maturidade dos NIT no Brasil.

Biografia do Autor

Rodolpho da Cruz Rangel, Universidade Federal do Espírito Santo

Doutorando em Economia (UFES/PPGEco) e Mestre em Ciência da Informação e Inovação (UFRJ/IBICT) foi Diretor da Agência de Inovação do Ifes (Agifes) entre 2017-2022. Servidor público Federal com lotação no Instituto Federal do Espírito Santo – Ifes.  

Robson Grassi, Universidade Federal do Espírito Santo

Professor Titular da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), atuando no Departamento de Economia e no Programa de Pós-Graduação em Economia (PPGEco).

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Publicado

2026-08-20

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Artigos