Envelhecimento da força de trabalho do governo federal: desafios para a educação superior pública

Autores

  • Júlio Eduardo Ornelas Silva Universidade Federal de Santa Catarina
  • Cláudio José Amante Universidade Federal de Santa Catarina
  • Luiz Salgado Klaes Universidade Federal de Santa Catarina
  • Marilda Todescat Universidade Federal de Santa Catarina
  • Eduardo Lobo Universidade Federal de Santa Catarina

DOI:

https://doi.org/10.5007/1983-4535.2012v5n2p196

Palavras-chave:

Envelhecimento, Força de trabalho, Educação superior, Universidades

Resumo

Envelhecimento populacional é uma tendência mundial que vem se acelerando desde o século XVIII, a partir da Revolução Industrial. Caracteriza-se por dois fatores primordiais: diminuição da taxa de natalidade e diminuição da taxa de mortalidade. Os países desenvolvidos e amadurecidos socioeconomicamente, encontram-se em estágio adiantado no envelhecimento populacional, enquanto que os países em desenvolvimento trilham o mesmo caminho. Este artigo objetiva analisar o estágio do envelhecimento da força de trabalho do Ministério da Educação, por meio de pesquisas documentais que retratem essa situação nos últimos dez anos do órgão público que possui o maior quantitativo de trabalhadores da União, o MEC. Os resultados apontam que o estágio do envelhecimento da força de trabalho não está avançado, apesar das despesas com previdência serem crescentes. No entanto, sob uma perspectiva de longo prazo, para alcançar as metas desejadas pelo governo para a educação superior, serão necessárias mudanças de postura pelos gestores públicos.

Biografia do Autor

Marilda Todescat, Universidade Federal de Santa Catarina

Doutora

Eduardo Lobo, Universidade Federal de Santa Catarina

Doutor

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Publicado

2012-08-05

Edição

Seção

Artigos