Comunicação, linguagem e representações sociais: análise do gênero jornalístico televisivo
DOI:
https://doi.org/10.5007/1984-6924.2012v9n2p475Resumo
Já há várias décadas a Teoria da Comunicação, assim como outras importantes correntes teóricas, reconhece o caráter subjetivo do receptor da mensagem. No entanto, embora cada pessoa receba as informações de forma diferente, o público – ou a audiência, como prefere Aristóteles – continua se comportando como uma grande massa uniforme. Se cada pessoa recebe as informações de maneira diferente, como poderiam os Meios de Comunicação de Massa (MCM) controlar a pauta de debate público? Entretanto, isso ocorre com freqüência e é objeto de estudo de Pierre Bordieu (1992), com sua teoria sobre o habitus da comunicação. A discussão recai sobre a forma de produção textual do gênero jornalístico televisivo como um modo de construção de sentido para um maior número de receptores. No entanto, como hipótese, nos baseamos na idéia de que essas informações não são suficientes para uma reflexão aprofundada dos assuntos apresentados. Assim, comparamos as notícias veiculadas pelo Jornal Nacional da Rede Globo de Televisão sobre o tema “Copa do Mundo FIFA”, no dia 16 de junho de 2011 com as notícias veiculadas em outros meios de comunicação no mesmo período.
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