Da informação jornalística à informação institucional: a constituição de sentidos

Autores

  • Carla Reis Longhi Programa de Pós Graduação em Comunicação - UNIP Departamento de História PUC/SP

DOI:

https://doi.org/10.5007/1984-6924.2014v11n1p242

Palavras-chave:

Mídia impressa, Informação, Discurso

Resumo

 

Este artigo visa refletir sobre os modos como a ditadura civil-militar brasileira entendeu a produção do jornalismo impresso, analisando os diferentes modos de apropriação e ressignificação da informação jornalística como informação institucional. Assim, o nosso foco é institucional, ponderando sobre a informação jornalística a partir do olhar e interesse do Aparato Repressivo. Esta reflexão é parte de pesquisa mais ampla, que analisou a constituição do aparato repressivo da ditadura militar, analisando a documentação de comunicação SNI-DEOPS/SP no período de 1964-1984. Para este artigo utilizamos a reflexão de Bakhtin para analisar as vozes, condições de enunciação e constituição de estilo visando a reflexão sobre a produção discursiva.

 

Biografia do Autor

Carla Reis Longhi, Programa de Pós Graduação em Comunicação - UNIP Departamento de História PUC/SP

Carla Reis Longhi é Doutora em História Social pela USP/SP e Pós-Doutoranda em Comunicação Social pela Facultad de Ciencias de la Información de la Universidad Complutense de Madrid. É Professora Titular do Programa de Pós-Graduação em Comunicação (PPGCOM) da Universidade Paulista. Atualmente é Coordenadora do Curso de História da PUC/SP e Professora Credenciada junto ao Programa de Pós-Graduação em História da PUC/SP. Realiza pesquisas no Grupo “Mídia, Cultura e Política: identidades, representações e configurações do público e do privado no discurso midiático”, cadastrado junto ao CNPq.

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Publicado

2014-05-04

Edição

Seção

Núcleo Temático