Lukács: o “falso socialmente necessário”

Autores

DOI:

https://doi.org/10.1590/1982-02592020v23n3p389

Palavras-chave:

Ideologia, Falso socialmente necessário

Resumo

Procuramos delinear, com base em uma investigação da Ontologia de Lukács, os fundamentos mais gerais do fenômeno que o filósofo húngaro denominou de o “falso socialmente necessário”. Nosso propósito é contribuir para as investigações acerca da força política atual de ideias e concepções fantasticamente inverídicas, tal como encontramos entre os terraplanistas ou entre o núcleo ideológico do governo Bolsonaro.

Biografia do Autor

Sérgio Lessa, UFAL - Maceio - AL

Possui graduação em Filosofia pela Universidade Federal da Paraíba (1987), mestrado em Pós Graduação Em Filosofia pela Universidade Federal de Minas Gerais (1990) e doutorado em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Campinas (1994). Atualmente é Professor Associado da Universidade Federal de Alagoas, e membro da comissão editorial da revista Crítica Marxista (São Paulo). Tem experiência na área de Serviço Social, com ênfase em Fundamentos do Serviço Social, atuando principalmente nos seguintes temas: lukács, ontologia, marxismo, trabalho e marx.

Referências

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MARX, K. (1996) O Capital: Livro I. São Paulo: Nova Cultural, 1996.

WITTGENSTEIN, L. Tractatus Lógico-philoso-phicus. São Paulo: EDUSP, 2001.

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Publicado

2020-10-05