Dependent capitalism and the racial question in Brazil: from slavery to super exploitation

Authors

  • Márcia Pereira da Silva Cassin Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Departamento de Política Social, Faculdade de Serviço Social, Rio de Janeiro, RJ, Brasil https://orcid.org/0000-0002-7585-3345

DOI:

https://doi.org/10.1590/1982-0259.2025.e106969

Keywords:

dependent capitalism, racism, overexploitation

Abstract

This article analyzes how the constitution of the labor force in Brazil, since slavery, favored the imposition of mechanisms to reduce the value of labor, articulating racism and dependency as structural features of Brazilian capitalism. The methodology adopted is a bibliographic review, under the compass of dialectical materialism, to understand the historical determinations that configure the particularity of Brazilian social formation. It is argued that the transition from slavery to dependent capitalism did not fully integrate the former slaves into the labor market but produced a large industrial reserve army that made the overexploitation of the labor force possible. The results indicate that the reduction in the cost of social reproduction of workers, historically reinforced by structural racism, is a comparative advantage of dependent economies in the face of competition in the world market.

Author Biography

Márcia Pereira da Silva Cassin, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Departamento de Política Social, Faculdade de Serviço Social, Rio de Janeiro, RJ, Brasil

Doutora em Serviço Social pelo Programa de Pós-Graduação em Serviço Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Professora do Departamento de Política Social da Faculdade de Serviço Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Pesquisadora do Grupo de Estudos e Pesquisas do Orçamento Público e Seguridade Social (GOPSS) e do Centro de Estudos Octávio Ianni (CEOI).

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Published

2026-02-23

Issue

Section

Thematic space: Social Work, social question, and Brazilian social formation