Representação profissional e elites políticas no Brasil no período recente
DOI:
https://doi.org/10.5007/%25xResumo
Este artigo apresenta resultados de estudo dos deputados federais, senadores e ministros do período de 1994 a 2003 vinculados com associações ou sindicatos de médicos, advogados, engenheiros, jornalistas e assemelhados. Simultaneamente, são discutidos alguns problemas analíticos relativos a esse tipo de estudo. Conforme a principal hipótese de trabalho, por um lado, as condições e classificações profissionais não podem ser desprezadas como constitutivas das lutas pela representação legítima de interesses e a eventual reconversão de capital coletivo acumulado no engajamento associativo/sindical em recurso eleitoral. Por outro lado, essas classificações devem ser postas em relação com as diferentes espécies de capital, princípios de legitimação, e esferas de engajamento e militância. Após a apresentação dos políticos vinculados às associações ou aos sindicatos em pauta, em confronto com as demais modalidades de classificação profissional e de engajamento, são tomados alguns trajetos exemplares. Além disso, são apresentados o peso e o significado da entrada na política através de cargos de “confiança”.Downloads
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