Sacralizando o secular. Os movimentos etno-fundamentalistas

Enzo Pace

Resumo


Os movimentos religiosos fundamentalistas encaram o Estado secular como um inimigo, porque pretendem sistematizar seu poder como se Deus não atuasse. Esses movimentos consideram sua religião como o repositório de verdade absoluta, a fonte derradeira que legitima as leis humanas. Assim, conquanto sejam pós-seculares, ao mesmo tempo tentam transformar os princípios religiosos em agendas políticas. Com efeito, os militantes agem frequentemente de acordo com princípios políticos, procurando afirmar o primado de sua própria fé sobre a dos outros. Eles se movem dentro das sociedades contemporâneas em nome de uma teologia política radical. Os principais argumentos baseiam-se em dois estudos de caso: o Bodu Bala Sena no Sri Lanka e os movimentos para o Hindutva na Índia.

Palavras-chave


Fundamentalismo; Etnonacionalismo; Estado secular

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DOI: https://doi.org/10.5007/2175-7984.2017v16n36p403

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