Travestilidade às avessas – a desconstrução de uma “paródia” identitária

Luís Antonio Bitante Fernandes, Águeda Aparecida da Cruz Borges, Rodolfo Pinheiro Bernardo Lôbo

Resumo


Neste artigo, fazemos uma discussão acerca das chamadas identidades de gênero,
dada a complexidade e a emergência à questão, principalmente, nos últimos tempos. O
propósito é explorar ambiguidades discursivas apresentadas no processo em que se identifica
uma travesti, residente na cidade de Barra do Garças/MT que, no discurso de percepção de si,
deixa marcas de estranhamento do próprio corpo. Sob o nosso parecer, tais marcas levam a
uma desconstrução de suas identidades, num movimento performático e contraditório no qual
se traveste de homem, mesmo se encontrando em um corpo masculino, não o reconhecendo.
Ao fazer uso de seu órgão sexual de nascimento, o faz na elaboração de estratégias de
sobrevivência. A fundamentação das análises são as teorias de gênero e queer, propostas de
desconstrução dos significados da sexualidade.


Palavras-chave


Desconstrução; Gênero; Sexualidade; Travestilidade; Identidade

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DOI: https://doi.org/10.1590/%25x

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Revista Estudos Feministas, ISSN 1806-9584, Florianópolis, Brasil.