Origens e desafios da profissionalização no movimento de saúde da mulher de São Paulo

Nathalie Lebon

Resumo


Este texto proporciona um panorama das origens e características do movimento de saúde
da mulher em São Paulo, como exemplo específico de movimento social. Focaliza sua diversidade
organizacional que inclui (embora não se restrinja a) diferenças entre organizações profissionalizadas
e não-profissionalizadas. Em pano de fundo, está presente a questão do que acontece com o potencial
de movimentos sociais quando se tornam dependentes de doadores ou instituições convencionais,
como fundações ou agências financiadoras. O texto levanta algumas questões preliminares sobre a
relação entre as formas e práticas organizacionais, como a profissionalização e formalização, na
medida em que influenciam a solidariedade e a identidade coletiva de grupos e, ainda, no modo como
movimentos sociais produzem mudanças. Em termos mais amplos, busca aprofundar o conhecimento
do campo dos movimentos sociais em sua pluralidade, que inclui a pluralidade organizacional, apontando
as vantagens dessa diversidade assim como os problemas e tensões que provoca.

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DOI: https://doi.org/10.1590/%25x

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Revista Estudos Feministas, ISSN 1806-9584, Florianópolis, Brasil.