Condições e possibilidades de uma tecnopolítica de gênero/ sexualidade

Lucas Aguiar Goulart, Inês Hennigen

Resumo


Neste artigo apresentamos uma análise genealógica acerca da composição de movimentos que se propõem a pensar a cibercultura enquanto ferramenta política usada para abrir espaços para modos de vida não misóginos e não heteronormativos; tal contexto é denominado aqui como tecnopolítica de gênero/sexualidade. Tendo como principal foco os jogos digitais e buscando entender as condições que possibilitaram a emergência de uma parada LGBT em um deles, abordamos os movimentos Cyberpunk, Ciberfeminsta, Girl Games Movement e Cyberqueer, refletindo acerca das potências contingentes aos ambientes ciberculturais e de seu estatuto diferencial na constituição de outras vivências e construções de gênero/sexualidades.


Palavras-chave


Genealogia; Tecnopolítica; Gênero; Sexualidade; Jogos Digitais

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DOI: https://doi.org/10.1590/S0104-026X2014000100012

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Revista Estudos Feministas, ISSN 1806-9584, Florianópolis, Brasil.