Autonomia, opressão e identidades: a ressignificação da experiência na teoria política feminista
DOI:
https://doi.org/10.1590/S0104-026X2013000100005Resumen
O artigo analisa abordagens distintas para a relação entre autonomia, opressão econstrução das identidades na teoria política feminista. Tomando como ponto de partida osconceitos de “corpo vivido” e “conhecimento vivido”, discute as possibilidades deressignificação da experiência e definição autônoma das identidades em contextos sociaisem que prevalecem relações de poder desiguais e assimétricas. Um dos problemas enfocadosé o fato de que as identidades, ainda que caras aos indivíduos, possam reproduzir os valoresque estão na base da sua condição de subalternidade e que justificam as formas presentes deopressão. Por outro lado, considera em que medida, e de que formas, os indivíduos responderiamativamente às alternativas restritas que as estruturas de poder oferecem, podendo reconfigurálase, no limite, confrontá-las. Procura, assim, considerar aspectos e matizes nessas abordagensque permitem superar a oposição entre escolhas autônomas e coerção.
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