Da técnica à sensibilidade: uma análise sobre a formação do professor de música

Autores

  • Camila Fernanda De Pretto Lima Universidade Estadual de Londrina, Londrina/PR, Brasil
  • Sonia Regina Vargas Mansano Universidade Estadual de Londrina, Londrina/PR, Brasil

DOI:

https://doi.org/10.5007/2178-4582.2019.e45280

Palavras-chave:

Formação de professores, Música, Trabalho imaterial afetivo

Resumo

O presente artigo tem por objetivo discutir a formação profissional do professor de música. Trata-se de um estudo teórico e documental que teve como referência o conceito de trabalho imaterial afetivo, tal qual elaborado por Hardt e Negri (2001), bem como o catálogo de cursos de uma universidade pública do estado do Paraná. Como resultado, foi possível identificar os espaços definidos para discutir as dimensões afetivas nos documentos do curso analisado. Ao final da investigação, pode-se concluir que a formação e atuação desses profissionais guardam não apenas a preparação técnica (prática e teórica), como também o desafio de levar para o meio escolar a sensibilidade, o afeto e os processos de criação, constituintes da linguagem musical.

Biografia do Autor

Camila Fernanda De Pretto Lima, Universidade Estadual de Londrina, Londrina/PR, Brasil

Psicóloga formada pela Universidade Estadual de Londrina. Especialista em Avaliação Psicológica pelo SAPIENS - Instituto de Psicologia.

Sonia Regina Vargas Mansano, Universidade Estadual de Londrina, Londrina/PR, Brasil

Docente do Programa de Pós-Graduação em Administração e do Departamento de Psicologia Social e Institucional da Universidade Estadual de Londrina. Doutora em Psicologia Clínica pela PUC/SP.

Referências

BARENBOIM, D. A música desperta o tempo. São Paulo: Martins Fontes, 2009.

COELHO, T. O que é indústria cultural. São Paulo: Brasiliense, 1989.

FONTERRADA, M. T. O. De tramas e fios: um ensaio sobre música e educação. São Paulo: Editora UNESP, 2008.

FUSARI, M. R.; FERRAZ, M. H. Arte na educação escolar. São Paulo: Cortez, 1993.

GORZ, A. O imaterial: conhecimento, valor e capital. São Paulo: Annablume, 2005.

HARDT, M.; NEGRI, A. Império. São Paulo: Record, 2001.

HARDT, M. O Trabalho afetivo. In: Cadernos de Subjetividade: O Reencantamento do Concreto. São Paulo: Hucitec, 2003.

Downloads

Publicado

2019-12-15

Edição

Seção

Artigos