O conceito de videopoesia e a não obrigatoriedade de presença da linguagem verbal nessas obras

Cardes Monção Amâncio

Resumo


O artigo apresenta e critica uma série de conceitos de videopoesia publicados por Tom Konyves, Giselle Beiguelman e Álvaro Andrade Garcia, dentre outros. A partir deste levantamento, expandido na pesquisa de minha autoria intitulada “Videopoesia: análise, conceito e produção”, que dentre outras incursões no mundo das imagens poéticas em movimento prospecta a primeira videopoesia produzida, o artigo propõe um novo conceito de videopoesia, levando em conta principalmente a não necessidade da presença da linguagem verbal nas obras de videopoesia. Destaca-se o amparado obtido na pesquisa de Wagner Moreira acerca dos espaços nos quais a escrita artística aparece para afirmar o seu estado poético como construção e nos estudos de Lúcia Santaellla sobre a lógica da matriz verbal.


Palavras-chave


Videopoesia; Conceito; Linguagem verbal; Vídeo

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DOI: https://doi.org/10.5007/1807-9288.2014v10n1p202



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Texto DigitalUniversidade Federal de Santa CatarinaFlorianópolisSanta Catarina, Brasil. ISSNe 1807-9288

 

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