José-Alberto Marques: O poema contra a imutabilidade estática

Rogério Barbosa da Silva

Resumo


Leitura de Homeóstatos, de José-Alberto Marques, buscando demonstrar em sua composição o processo dinâmico da escrita poética, a qual atribui ao poema o sentido de um corpo vivo. Ressalta-se que, nesse processo poético, o poeta reinventa a tradição, expondo o poema como um fazer estético-crítico. Para isso, lemos os poucos textos críticos do poeta em contraste com sua poesia e com textos fundamentais para se pensar a poesia experimental, como os de E. M. de Melo e Castro, sobre o poeta e a poesia experimental portuguesa; de Haroldo de Campos, sobre sincronia e diacronia; e de Alberto Pimenta, sobre a poetografia, como elemento de afirmação autônoma do poema perante as tradições líricas.


Palavras-chave


Homeóstatos; José-Alberto Marques; Poesia Experimental Portuguesa

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DOI: https://doi.org/10.5007/1807-9288.2016v12n1p20



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