ANÁLISE DE VARIÁVEIS DE INFLUÊNCIA PARA POLÍTICAS PÚBLICAS DE INCENTIVO À INDÚSTRIA QUÍMICA

Autores

  • Vitor Moura Silva Universidade Federal de São Carlos (UFSCar)
  • Miguel Ángel Aires Borrás Universidade Federal de São Carlos (UFSCar)
  • Andréa Regina Martins Fontes Universidade Federal de São Carlos (UFSCar)
  • Márcia Regina Neves Guimarães Universidade Federal de São Carlos (UFSCar)
  • Isaías Torres Universidade Federal de São Carlos (UFSCar)
  • Camila de Barros Miranda Moram Universidade Federal de São Carlos (UFSCar)

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-8018.2026.e112497

Palavras-chave:

Indústria química brasileira, Competitividade, Política industrial, Inovação

Resumo

A indústria química brasileira ocupa papel estratégico na economia nacional, mas enfrenta desafios estruturais que comprometem sua competitividade e autonomia tecnológica. Este trabalho tem como objetivo identificar e analisar as variáveis que influenciam o desenvolvimento do setor, considerando fatores estruturais, institucionais e sistêmicos. A pesquisa, de natureza exploratória e descritiva, baseou-se em revisão bibliográfica e documental, abrangendo estudos acadêmicos, relatórios institucionais e documentos governamentais recentes, como o Projeto de Lei nº 892/2025 (PRESIQ) e o programa Nova Indústria Brasil. A partir das fontes consultadas, foram identificados e categorizados fatores de desenvolvimento e entraves ao setor, posteriormente organizados em um diagrama relacional que evidencia suas interconexões. Os resultados indicam que a ausência de uma política industrial estruturada, a baixa qualificação técnica da mão de obra e a dependência de empresas multinacionais constituem fatores limitantes relevantes, afetando a capacidade de inovação e inserção internacional do setor. Conclui-se que o fortalecimento da política industrial, aliado ao investimento em formação técnica e ao estímulo à consolidação de empresas nacionais, pode contribuir para o desenvolvimento e a competitividade da indústria química brasileira.

Biografia do Autor

Vitor Moura Silva, Universidade Federal de São Carlos (UFSCar)

Graduado em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), campus de Sorocaba.  Engenheiro de Produção com interesse de pesquisa em gestão da qualidade e economia industrial.

Miguel Ángel Aires Borrás, Universidade Federal de São Carlos (UFSCar)

Possui graduação em Engenharia de Produção Agroindustrial pela Universidade Federal de São Carlos, mestrado em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de São Carlos e doutorado em Engenharia de Produção com sanduíche na Universidad Politécnica de Cartagena - UPCT (Espanha), pela Universidade Federal de São Carlos. Atualmente é professor titular da Universidade Federal de São Carlos, campus de Sorocaba.

Andréa Regina Martins Fontes, Universidade Federal de São Carlos (UFSCar)

Doutora em Engenharia de Produção com ênfase em Ergonomia pela Universidade Federal de São Carlos e graduada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo. É professora e coordenadora do curso de Engenharia de Produção da UFSCar. Atua nas áreas de ergonomia, projeto, tecnologia assistiva e desenvolvimento de produtos. Integra grupos de pesquisa em inovação, prototipagem e desenvolvimento tecnológico.

Márcia Regina Neves Guimarães, Universidade Federal de São Carlos (UFSCar)

Possui graduação em Engenharia de Alimentos pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, mestrado pela Universidade Federal de São Carlos e doutorado pela Universidade de São Paulo. É professora associada da UFSCar no curso de Engenharia de Produção. Atua nas áreas de estratégia de produção, inovação e gestão de serviços, ministrando disciplinas relacionadas à gestão de operações e metodologia de pesquisa.

Isaías Torres, Universidade Federal de São Carlos (UFSCar)

Possui graduação em Engenharia de Produção Materiais (1998), mestrado (2001) e doutorado (2007) em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de São Carlos. É professor adjunto da UFSCar – Campus Sorocaba e presidente do Núcleo Docente Estruturante (NDE) do curso de Engenharia de Produção. Atua nas áreas de simulação, layout, análise de fluxos, ergonomia, planejamento da produção e ensino em Engenharia de Produção.

Camila de Barros Miranda Moram, Universidade Federal de São Carlos (UFSCar)

Doutora e mestre em Ciências pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e graduada em Terapia Ocupacional pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas. É docente do curso de Terapia Ocupacional da UFRJ, em exercício provisório no Departamento de Engenharia de Produção da UFSCar Sorocaba. Atua nas áreas de tecnologia assistiva, neurologia e acessibilidade, integrando o GPDP e a Comissão de Acessibilidade do campus.

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Publicado

2026-06-02

Como Citar

Silva, V. M., Aires Borrás, M. Ángel, Fontes, A. R. M., Guimarães, M. R. N., Torres, I., & Moram, C. de B. M. (2026). ANÁLISE DE VARIÁVEIS DE INFLUÊNCIA PARA POLÍTICAS PÚBLICAS DE INCENTIVO À INDÚSTRIA QUÍMICA. Iberoamerican Journal of Industrial Engineering, 18. https://doi.org/10.5007/2175-8018.2026.e112497