Osman Lins e a visualidade: a potencialização do limite e a subversão do perspectivismo no "Retábulo de Santa Joana Carolina"

Autores

  • Rita Lenira de Freitas Bittencourt UFRGS

DOI:

https://doi.org/10.5007/%25x

Palavras-chave:

Modernidade, Literatura, Artes visuais

Resumo

Este artigo ocupa-se da narrativa "Retábulo de Santa Joana Carolina", de Osman Lins, a partir dos aspectos plásticos, que remetem tanto ao sistema construtivo medieval quanto ao cubismo. Pelas escolhas formais, o escritor consolida a saída do regionalismo literário e produz uma ficção com ênfase no descentramento do olhar e na superposição de planos, narrativos e visuais, que potencializam o "corte", ou seja, o próprio traçado do limite.

Biografia do Autor

Rita Lenira de Freitas Bittencourt, UFRGS

Possui graduação em Letras Habilitação Português Inglês pela Universidade Federal de Santa Maria (1990), especialização em Metodologia do Ensino de Língua e Literatura (1996), mestrado em Literatura (1999) e doutorado em Literatura pela Universidade Federal de Santa Catarina (2005). Foi professora substituta da Universidade Federal de Santa Catarina (2006) e atualmente é professora adjunta de Teoria Literária na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. É pesquisadora na área de Letras, com ênfase em Literatura Comparada, explorando os seguintes temas: teoria da modernidade, poesia contemporânea, literatura e outras artes, vanguarda latino-americana e literatura latino-americana.

Mais informações: Currículo Lattes - CNPq.

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Publicado

2005-01-01

Edição

Seção

Arte e Literatura: Osman Lins Oitenta Anos