Fatores macroeconômicos, indicadores industriais e o spread bancário no Brasil

Autores

  • Carlos Alberto Durigan Junior Universidade de São Paulo (USP)
  • André Taue Saito Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
  • Daniel Reed Bergmann Universidade de São Paulo (USP)
  • Nuno Manoel Martins Dias Fouto Universidade de São Paulo (USP)

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-8077.2018v20n51p26

Palavras-chave:

Crédito, Spread bancário, Macroeconomia, Indicadores industriais, Finanças

Resumo

O objetivo deste trabalho é Identificar os fatores macroeconômicos e os indicadores industriais que influenciaram o spread bancário brasileiro no período de Março de 2011 a Março de 2015. É considerada a subclassificação de alguns segmentos de atividade industrial. Foram utilizados dados mensais de séries temporais em modelos de regressão linear multivariada com uso do Eviews (7.0), dezoito variáveis foram consideradas como possíveis determinantes..  Influenciam positivamente; a inadimplência, os IPIs (Índices de Produção Industrial) de bens de capital, bens intermediários, bens de consumo duráveis, bens semiduráveis e não duráveis, a Selic, o PIB, a taxa de desemprego e o EMBI+. Determinam negativamente; os IPIs bens de consumo e geral, IPCA, o saldo da carteira de crédito e o índice de vendas no varejo. Foi considerado p-valor de  05%.. A conclusão principal é que o progresso da indústria, da geração de empregos e do consumo podem reduzir o spread.

Biografia do Autor

Carlos Alberto Durigan Junior, Universidade de São Paulo (USP)

Carlos Alberto Durigan Junior é mestre em Administração pela Faculdade de Economia Administração e Contabilidade (FEA) da Universidade de São Paulo (USP). Atua na infraestrutura do mercado financeiro brasileiro. Seus interesses de pesquisas estão relacionados a finanças, economia, estrutura de governança e gestão de riscos no mercado financeiro. 

André Taue Saito, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)

André Taue Saito é doutor em Administração pela Faculdade de Economia Administração e Contabilidade (FEA) da Universidade de São Paulo (USP). Atualmente é professor adjunto de finanças na Escola Paulista de Economia, Política e Negócios (EPPEN) da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Seus interesses de pesquisa estão relacionados ao mercado financeiro, finanças e crédito.

Daniel Reed Bergmann, Universidade de São Paulo (USP)

Daniel Reed Bergmann é doutor em Administração pela Faculdade de Economia Administração e Contabilidade (FEA) da Universidade de São Paulo (USP). Atualmente é professor-doutor do Departamento de Administração da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da Universidade de São Paulo (USP). Seus interesses de pesquisa são: Finanças empíricas, apreçamento de ativos, custo de capital e econometria financeira.

Nuno Manoel Martins Dias Fouto, Universidade de São Paulo (USP)

Nuno Manoel Martins Dias Fouto é doutor em Administração pela Faculdade de Economia Administração e Contabilidade (FEA) da Universidade de São Paulo (USP). Atualmente é professor-doutor do Departamento de Administração da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da Universidade de São Paulo (USP). Seus interesses de pesquisa são: Mercados, consumidor, atividades econômicas e gestão de valor. 

Downloads

Publicado

2018-08-30

Edição

Seção

Artigos