O multilinguismo bué complexo dos países lusófonos

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5007/1984-8412.2026.e108071

Palavras-chave:

Lusofonia, Multilinguismo, Decolonialidade, Países de Língua Portuguesa

Resumo

As raízes históricas, socioculturais e econômicas da língua portuguesa nos países lusófonos nos levam a uma reflexão sobre o conceito de lusofonia relacionado ao multilinguismo. Este capítulo propõe uma análise das dinâmicas do português com outras línguas nacionais, expandindo o significado do que vem a ser um país de língua portuguesa diante de várias outras línguas faladas nos países lusófonos, tais como o crioulo, umbundu e o tétum, por exemplo. Desde uma perspectiva decolonial, convidamos a leitora/o leitor a refletir sobre o conceito de lusofonia, de língua oficial e da promoção do português como língua franca nas antigas colônias de Portugal, nomeadamente: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor Loro Sa’e. Este capítulo termina com propostas pedagógicas para o reconhecimento do multilinguismo do mundo lusófono em aulas de português como língua adicional.

Biografia do Autor

Eduardo Viana da Silva, Universidade de Washigton

Professor na Universidade de Washington, em Seattle, nos Estados Unidos, onde coordena o Programa de Português. Possui doutorado em Literatura Luso-Brasileira com uma especialização em Linguística Aplicada pela Universidade da Califórnia, Santa Bárbara. Suas áreas de pesquisa incluem a linguística aplicada, estudos ambientais, telecolaborações, literatura e arte brasileiras

Flávia Azeredo Cerqueira, Johns Hopkins University

Professora Associada de Português e Diretora do Programa de Língua Portuguesa na Johns Hopkins University. Possui doutorado em Linguística Aplicada com concentração em Aquisição de Segunda Língua pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Sua pesquisa examina o desenvolvimento de segunda língua, a aprendizagem intercultural e o papel das tecnologias emergentes e da inteligência artificial no ensino de línguas

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Publicado

2026-03-05

Edição

Seção

Dossiê | Educação Linguística Crítica: saberes, práticas e resistências