Primitivos fonológicos de tempo extrínseco vs primitivos de tempo intrínseco

Adelaide Hercília Pescatori Silva

Resumo


Este texto tem por objetivo expor e discutir a distinção entre modelos fonológicos com controle temporal intrínseco e modelos fonológicos com controle temporal extrínseco. Argumenta-se, com base em dados da literatura fonética – em especial aqueles concernentes a coarticulações e a alofonias gradientes – e com base em modelos dinâmicos de produção da fala, que só é possível dar conta de representar tais fatos na língua caso a variável tempo seja incorporada à estrutura do primitivo de análise. E essa representação faz-se necessária dado que a literatura mostra que muitos desses fatos são condicionados pela estrutura prosódica das línguas em que ocorrem.


Palavras-chave


Modelos de análise fonológica; Tempo; Primitivos

Texto completo:

PDF


DOI: https://doi.org/10.5007/1984-8412.2008v5n1p1

Direitos autorais

Creative Commons License

Esta publicação está regida por uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International License.

Fórum Linguístico, ISSNe 1984-8412, Florianópolis (Santa Catarina), Brasil