Para uma estética da errância: o corpo, a dança e a arte

Autores

  • João Flávio de Almeida Universidade Federal de São Carlos - UFSCar
  • Dantielli Assumpção Garcia Universidade de São Paulo - USP, Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto - FFCLRP

DOI:

https://doi.org/10.5007/1984-8412.2017v14n1p1839

Palavras-chave:

Pêcheux, Estética da arte, Estética da errância, Dança

Resumo

O presente artigo tem por objetivo investigar alguns questionamentos do campo da Estética da Arte no interior da Teoria da Linguagem de Michel Pêcheux, propondo, assim, uma Estética Pecheutiana. Buscaremos em seus textos por referências diretas e indiretas que permitam lançarmos as bases para uma nova estética, provisoriamente chamada de Estética da Errância, procurando por fundamentos que permitam algum esboço da arte no seu sentido mais amplo. Na intenção de vermos o funcionamento da Estética da Errância, tomaremos como ponto de discussão a dança e as possíveis linguagens produzidas por esse corpo em texto: se sentidos em deslocamento ou sentidos em suspensão, logo, errantes.

Biografia do Autor

João Flávio de Almeida, Universidade Federal de São Carlos - UFSCar

Graduação em Comunicação Social. Mestre em Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS - UFSCar, linha 3: linguagens), e doutorando pelo mesmo programa.

Dantielli Assumpção Garcia, Universidade de São Paulo - USP, Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto - FFCLRP

Graduação em Licenciatura em Letras: Português/Espanhol pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2005), mestrado em Estudos Linguísticos (2008) e doutorado em Estudos Linguísticos também pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2011). Realizou uma pesquisa de Pós-Doutorado na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (USP / 2013-2015).

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Publicado

2017-03-01

Edição

Seção

Artigo