O processamento de concatenações sintáticas em três tipos de estruturas frasais ambíguas em português

Marcus Antonio Rezende Maia, Shelen Nascimento de Alcantara, Simone Peres Buarque, Fernanda de Souza Faria

Resumo


Reportam-se neste artigo estudos de questionário e experimentos de leitura auto-monitorada sobre três tipos de concatenações sintáticas ambíguas em português: orações iniciadas por QUE, ambíguas entre aposição como complemento ou como adjunto; forraras verbais ambíguas entre a flexão de presente do indicativo ou o particípio passado; sintagmas preposicionais ambíguos entre aposição ao sintagma verbal ou ao sintagma nominal. Analisam-se essas duplas possibilidades de concatenações nos termos de Frazier & Clifton (1996), respectivamente, como relações sintáticas primárias e secundárias, mapeando-as em termos da caracterização apresentada em Chomsky (2001). Os resultados permitem corroborar a atuação no processamento de frases em português do Principio da Aposição Mínima (Fodor e Frazier, 1978; Frazier, 1979) e apontam no sentido do encapsulamento do parsing sintático.

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DOI: https://doi.org/10.5007/%25x

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