Estilo cognitivo e intenção empreendedora dos estudantes de administração
DOI:
https://doi.org/10.5007/1983-4535.2018v11n3p105Resumen
A realidade econômica da atualidade tem incentivado o trabalho autônomo e em face da capacidade que manifestam os empreendedores torna-se importante estudar aspectos que os caracterizem. Assim, esta pesquisa procurou analisar a intenção empreendedora, desde a visão da teoria do comportamento planejado (TCP) de Ajzen (1991), dos alunos concluintes do curso de administração de quatro campus de uma universidade comunitária de Santa Catarina e sua relação com seus estilos cognitivos, segundo o modelo de Kirton (1976). Para atingir esse objetivo geral foram feitas comparações de médias com testes t e Anovas, análise de correlações, análise fatorial e modelagem em equações estruturais. Os resultados da análise do questionário Kirton, que diferencia os estilos em adaptador e inovador, mostraram que os estudantes majoritáriamente, 97,7%, possuem estilo inovador. Portanto, excluíram-se da base de dados os que manifestavam estilo adaptador. Avaliada a TCP confirmou-se que as atitudes pessoais e o controle comportamental percebido se relacionam positivamente e com significância com a intenção empreendedora, enquanto que as normas subjetivas tem uma relação também significante, mas negativa. A pontuação total do índice de Kirton Adaptador-Inovador (KAI) se correlaciona com a intenção empreendedora. Quando o KAI foi discretizado em acima ou em igual ou embaixo da média, e usado como preditor mostra que há diferenças na intenção empreendedora dos alunos e na dimensão controle comportamental percebido da TCP. Aqueles com maior KAI tem também maiores médias.
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