Práticas de lazer e espaços públicos de convivência como potencia protetiva na relação entre juventude e risco

Daiana Cristina Sebenello, Maria Elisabeth Kleba, Liane Keitel

Resumo


Familiares, comunidade, e profissionais da rede de proteção da infância e adolescência, associam, muitas vezes, práticas de lazer dos jovens à risco, abuso de substâncias ilícitas, violência, entre outros. Este artigo debate relações entre juventude, lazer e risco, numa perspectiva ampliada. A pesquisa envolveu grupos focais, um com jovens de um Serviço de Convivência de Fortalecimento de Vínculo, da Secretaria da Assistência Social de Chapeco/SC, outro com familiares, objetivando-se entender o que estes reconhecem como práticas e locais de lazer e riscos associados. Ficar com amigos, na rua ou em casa, e jogar/brincar, em ginásios ou campos, aparecem com maior frequência. Centrar riscos nas atitudes dos jovens gera ações repressivas, ao invés de possibilidades protetivas. A ampliação dos espaços de convívio protetivo favorece que famílias, comunidade e poder público mediem junto aos jovens processos de aprendizagem acerca de possíveis riscos

Palavras-chave


Juventude; Práticas de lazer; Risco, vulneração e proteção

Texto completo:

PDF


DOI: https://doi.org/10.1590/%25x

R. Katál. Florianópolis, Santa Catarina, Brasil eISSN: 1982-0259  

Licença Creative Commons Adota a Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional.