Capacity of social organization in socio-environmental confrontations
DOI:
https://doi.org/10.1590/1982-02592020v23n2p276Abstract
This article describes the stages of a social research that investigated the organizational capacity of a community, located in Minas Gerais - Brazil, in the confrontation of its socio-environmental problems. As part of a participant survey, a diagnosis was made to identify the community's most relevant challenges and potentials, which gave rise to interventions involving three priority demands: improvement of environmental education actions at school, community mobilization for electronic waste management, and implementation of socio-environmental policies in the municipality. The results of these interventions showed that the social actors involved, although they make efforts to act in socio-environmental confrontations, are not able to perpetuate actions to the point of concretizing more significant transformations in the community, given that factors such as: superficial view on the subject still prevails, little appreciation of collective participation by the local public power and fragmentation of the work of community leaders prevail in the scenario, which trigger abandonment of actions and discredit of the population in socio-environmental negotiations.References
ALMEIDA, R.; SCATENA, L. M.; LUZ, M. S. Percepção ambiental e políticas públicas - dicotomia e desafios no desenvolvimento da cultura de sustentabilidade. Ambiente & Sociedade, São Paulo, v. 20, n. 1, p. 43-64, 2017.
BECK, Ulrich. Risk Society. Towards a New Modernity. London: Sage, 1992.
BITTAR, M.; FERREIRA Jr., A. Ciência e Tecnologia: uma perspectiva histórico-filosófica. In: HAYASHI, M. C. P. I.; RIGOLIN, C. C. D.; KERBAUY, M. T. M. (Org.). Sociologia da Ciência: contribuições ao campo CTS. Campinas, SP: Editora Alínea, 2014. p. 13-40.
BRASIL. Ministério das Cidades. Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental. Programa de Educação Ambiental e Mobilização Social em Saneamento. Caderno Metodológico para ações de educação ambiental e mobilização social em saneamento. Brasília - DF: Ministério das Cidades, 2009.
BRASIL. Ministério do Meio Ambiente. Panorama nacional sobre gestão do lixo, destinação dos resíduos e logística reversa em estados e municípios. Out/2018. Disponível em: http://www.mma.gov.br/informma/item/15166-54-dos-munic%C3%ADpios-t%C3%AAm-plano-de-res%C3%ADduos.html. Acesso em: 15 jun. 2019.
BRASIL. Lei n. 9.795 de 27 de abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. Disponível em: http://www.planalto.gov.br /ccivil_03/leis/l9795.htm. Acesso em: 20 jun. 2019.
BRASIL. Programa de Educação Ambiental. Documento básico. Ministério do Meio Ambiente, Diretoria de Educação Ambiental: Ministério da Educação, Coordenação Geral da Educação Ambiental. 2ª ed. Brasília – DF, 2003, 50p.
COSTA, César Augusto; LOUREIRO, Carlos Frederico. A interdisciplinaridade em Paulo Freire: aproximações político-pedagógicas para a educação ambiental. R. Katál., Florianópolis, v. 20, n. 1, p. 111-121, jan./abr. 2017.
COSTA, Helena A.; BURSZTYN, Maria Augusta A.; NASCIMENTO, Elimar P. do. Participação Social em Processos de Avaliação Ambiental Estratégica. Sociedade e Estado, Brasília, v. 24, n. 1, p. 89-113, jan./abr. 2009.
FLEURY, Lorena Cândido; ALMEIDA, Jalcione; PREMEBIDA, Adriano. O ambiente como questão sociológica: conflitos ambientais em perspectiva. Sociologias, Porto Alegre; ano 16, nº 35, jan./abr. 2014, p 34-82.
GIDDENS, Anthony. Risco, Confiança, Reflexividade. In: Ulrich. Beck e Anthony Giddens and S. Lash (eds). Modernização Reflexiva. São Paulo: UNESP, 1997.
GREGOLIN, José Ângelo Rodrigues; HOFFMANN, Wanda Aparecida Machado; FARIA, Leandro Innocentini Lopes. Aspectos metodológicos da prospecção tecnológica para a pesquisa em Ciência, Tecnologia e Sociedade. In: SOUZA, Cidoval Morais; HAYASHI, M. C. P. I. (Org.). Ciência, Tecnologia e Sociedade: enfoques teóricos e aplicados. São Carlos: Pedro e João Editores, 2008. p. 89-112.
HADDAD, N. Metodologia de estudos em ciência da saúde: como planejar, analisar e apresentar um trabalho científico. São Paulo: Roca; 2004.
INSTITUTO BRASILEIRO DE OPINIÃO PÚBLICA E ESTATÍSTICA. Índice de confiança Social, IBOPE, 2018. Disponível em: http://www.ibopeinteligencia.com/noticias-e-pesquisas/confianca-do-brasileiro-nas-instituicoes-e-a-mais-baixa-desde-2009/. Acesso em: 10 mai. 2019.
JACOBI, Pedro Roberto. Espaços públicos e práticas participativas na gestão do meio ambiente no Brasil. Sociedade e Estado, Brasília, v.18, n. 1/2, p. 315-318, jan./dez. 2003.
LAYRARGUES, Philippe Pomier; LIMA, Gustavo Ferreira da Costa. As macrotendências político-pedagógicas da educação ambiental brasileira. Ambiente & Sociedade, São Paulo, v. 17, n. 1, p. 23-40, jan./mar., 2014.
LOUREIRO, Carlos Frederico B. Complexidade e dialética: contribuições à práxis política e emancipatória em educação ambiental. Educ. Soc. [online]. 2005, vol.26, n.93, pp.1473-1494.
LOUREIRO, Carlos Frederico B.; LAYRARGUES, Philippe Pomier. Ecologia política, justiça e educação ambiental crítica: perspectivas de aliança contra-hegemônica. Trab. educ. saúde. Rio de Janeiro, v. 11, n. 1, p. 53-71, Abr. 2013.
MARTINS, Clítia Helena Backx. A sociedade de risco: visões sobre a iminência da crise ambiental global na teoria social contemporânea. Ensaios FEE, Porto Alegre, v. 25, n. 1, p. 233-248, abr. 2004.
MITCHAM, C. En busca de una nueva relacion entre ciencia, tecnologia y sociedad. In: MEDINA, M.; SANMARTÍN, J. (Ed.). Ciencia, tecnología y sociedad: estudios interdisciplinares en la universidad, en la educación y en la gestión política y social. Barcelona: Anthropos, 1990. p. 11-19.
NEDER, Ricardo Toledo. Estudos CTS e Educação – por um novo regime de controvérsia científica. Linhas Críticas. Brasília, DF, v.21, n.45, p. 265-274, mai./ago. 2015.
NOVAES, M. B. C.; GIL, A. C. A pesquisa-ação participante como estratégia metodológica para o estudo do empreendedorismo social em administração de empresas. RAM: Revista de Administração Mackenzie, São Paulo, v. 10, n. 1, jan./fev. 2009.
Organização das Nações Unidas (ONU) – Transformando Nosso Mundo: A Agenda 2030 para o desenvolvimento Sustentável. Trad. Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio). Out/2015. Disponível em: https://nacoesunidas.org/pos2015/agenda2030/. Acesso em: 16 fev. 2018.
ROTHBERG, Danilo; KERBAUY, Maria Teresa Miceli. A relevância da teoria da sociedade de risco para os estudos sociais de ciência e tecnologia. In: HAYASHI, M. C. P. I.; RIGOLIN, C. C. D.; KERBAUY, M. T. M. (Org.). Sociologia da Ciência: contribuições ao campo CTS. Campinas, SP: Editora Alínea, 2014. p. 239-266.
SORRENTINO, Marcos; MENDONÇA, Rachel T. P.; FERRARO Jr., Luiz Antonio. Educação ambiental como política pública. Educação e Pesquisa. São Paulo, v. 31, n. 2, p. 285-299, mai./ago. 2005.
SOUZA, Celina. A nova gestão pública. In: Gestão pública: desafios e perspectivas. Salvador: Fundação Luís Eduardo Magalhães, 2001. p. 38-62., 2001.
Downloads
Published
Issue
Section
License
Copyrights for articles published in this journal are the author's, with first publication rights for the journal. Due to appearing in this Public Access Magazine, the articles are free to use, with their own attributions, in educational, professional and public management applications. The Magazine adopted the Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License. This license allows you to copy, distribute and reproduce in any medium, as well as adapt, transform and create from this material, provided that for non-commercial purposes and that due credit is given to the authors and the source, a link to the Creative License is inserted. Commons and whether changes have been made. In such cases, no permission is required from the authors or editors. Authors are authorized to assume additional contracts separately, for non-exclusive distribution of the version of the work published in this journal (eg, publishing in institutional repository or a book chapter).
