Redes sociais e integração transnacional: problemas conceituais e um estudo de caso
DOI:
https://doi.org/10.5007/%25xAbstract
Nas discussões acerca da formação de um área livre de comércio nas Américas a necessidade de uma integração social continental vem sendo destacada por muitos atores sociais e pesquisadores. Para discutir tal questão, o artigo descreve inicialmente dois modelos de integração social para além das fronteiras nacionais. O modelo convergente é baseado na compreensão de que a integração social transnacional representa uma extensão do processo de formação dos Estados-nação e das esferas públicas nacionais. A segunda concepção, denominada descentrada, descreve a integração como um adensamento crescente dos intercâmbios comunicacionais e simbólicos entre diferentes atores, para além das fronteiras nacionais, sem que se verifique a formação de uma esfera pública continental. A segunda parte do artigo avalia as possibilidades de realização nas Américas dessas duas formas de integração e os possíveis riscos e problemas envolvidos em cada uma delas, utilizando, como estudo de caso, a cooperação anti-racista entre movimentos sociais, intelectuais e organizações sociais brasileiras e estadunidenses.Downloads
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