Ambiente construído e atividade física: uma breve revisão dos métodos de avaliação
DOI:
https://doi.org/10.1590/1980-0037.2010v12n5p387Resumo
Fortes evidências indicam que o ambiente onde as pessoas vivem possui grande influência na atividade física. O atual entendimento desta relação é baseado em estudos realizados em países desenvolvidos e culturalmente distintos, podendo não ser aplicável ao contexto do Brasil. Neste sentido, melhor entendimento dos métodos de avaliação do ambiente relacionado à prática de atividade física pode colaborar com o desenvolvimento dos estudos nesta nova área no contexto Brasileiro. O presente estudo busca apresentar, de forma breve, os principais métodos de avaliação do ambiente construído relacionado à atividade física. Três principais meios de obter informações sobre o ambiente têm sido utilizados: 1) baseados na percepção do ambiente; 2) observação sistemática do ambiente e 3) baseados em informações geoprocessadas. Estes métodos têm sido aplicados para avaliar, principalmente, densidade populacional, uso misto do solo, locais para a prática de atividade física, padrão das ruas, cobertura de calçadas/ciclovias, transporte público e segurança/estética dos locais. No Brasil, ainda são escassos os estudos investigando a relação do ambiente com a atividade física, no entanto, parece ser crescente o número de pesquisas sobre este tema. Desta forma, é necessário aumentar o número de estudos e desenvolver métodos aplicáveis ao contexto brasileiro para aumentar o entendimento sobre o assunto.
Publicado
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2010 Adriano Akira Ferreira Hino, Rodrigo Siqueira Reis, Alex Antonio Florindo

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Os direitos Autorais para artigos publicados nesta revista são do autor. Os autores concedem os direitos de primeira publicação à RBCDH, sendo a obra simultaneamente licenciada sob a Licença Creative Commons (CC BY) 4.0 Internacional.
Os autores estão autorizados a celebrar contratos adicionais separadamente, para distribuição não exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (por exemplo, publicação em repositório institucional, em site pessoal, publicação de tradução ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
