Estimativa das forças na articulação tíbio-femoral no exercício de extensão dos joelhos em cadeia cinética aberta realizado em máquina de musculação

Autores

  • Rodrigo Rico Bini UFRGS/Laboratório de Pesquisa do Exercício, Porto Alegre – RS - Brazil.
  • Felipe Pivetta Carpes UFRGS/Laboratório de Pesquisa do Exercício, Porto Alegre – RS - Brasil.
  • Joelly Mahnic de Toledo UFRGS/Laboratório de Pesquisa do Exercício, Porto Alegre – RS - Brasil.
  • Jefferson Fagundes Loss UFRGS/Laboratório de Pesquisa do Exercício, Porto Alegre – RS - Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.1590/1980-0037.2008v10n1p35

Palavras-chave:

Reabilitação, Força articular no joelho, Treinamento de força. <p> Rehabilitation, Knee joint forces, Strength training.

Resumo

Os objetivos do presente estudo foram: (1) avaliar o torque de resistência (TR) de uma máquina de musculação para a realização do exercício de extensão dos joelhos em cadeia cinética aberta e (2) realizar um ensaio teórico a partir do comportamento do TR com o intuito de estimar as forças internas na articulação tíbio-femoral. O estudo foi realizado em dois momentos: (1) medições da máquina utilizada e (2) estimativa das forças externas (na máquina) e internas (no membro inferior). Foram utilizadas equações baseadas em um modelo mecânico bi-dimensional para o cálculo das componentes perpendiculares e axiais da força muscular (FMp e FM”, respectivamente) e da força articular (FAp e FA”, respectivamente), assim como de suas resultantes (forças muscular, FM; articular, FA e humana, FH). As variáveis foram mensuradas em cinco ângulos de fl exão do joelho (zero, 30, 45, 60 e 90 graus). Observou-se uma redução da FH com o aumento do ângulo de fl exão do joelho, enquanto FM e FA apresentam aumento. O valor da FH apresentou-se sempre menor ao valor da força resistiva (FR), indicando que a máquina reduz a sobrecarga imposta ao executante. Observa-se uma redução da FMp e FAp nos maiores ângulos de fl exão do joelho, indicando uma redução da força de cisalhamento anterior da tíbia sobre o fêmur. Percebeu-se um aumento da FA”, devido ao aumento de FM”, principalmente de 45 a 90 graus.

Biografia do Autor

Rodrigo Rico Bini, UFRGS/Laboratório de Pesquisa do Exercício, Porto Alegre – RS - Brazil.

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Felipe Pivetta Carpes, UFRGS/Laboratório de Pesquisa do Exercício, Porto Alegre – RS - Brasil.

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Joelly Mahnic de Toledo, UFRGS/Laboratório de Pesquisa do Exercício, Porto Alegre – RS - Brasil.

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Jefferson Fagundes Loss, UFRGS/Laboratório de Pesquisa do Exercício, Porto Alegre – RS - Brasil.

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Publicado

2008-02-01

Edição

Seção

Artigos Originais