Índice de massa corporal: tendência secular em crianças e adolescentes brasileiros

Autores

  • Gabriel Gustavo Bergmann Universidade Luterana do Brasil - São Jerônimo
  • Mauren Lúcia de Araújo Bergmann Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre. RS, Brasil.
  • Eraldo dos Santos Pinheiro Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre. RS, Brasil.
  • Rodrigo Baptista Moreira Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre. RS, Brasil.
  • Alexandre Carriconde Marques Universidade Federal de Pelotas. Pelotas. RS, Brasil.
  • Daniel Carlos Garlipp Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre. RS, Brasil.
  • Adroaldo César Gaya Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre. RS, Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.1590/1980-0037.2009v11n3p280

Resumo

O objetivo deste estudo foi comparar a distribuição do índice de massa corporal (IMC) de crianças e adolescentes brasileiros avaliados em 1989, com crianças e adolescentes avaliados em 2004/2005. Foi comparada a distribuição do IMC de crianças e adolescentes de 07 a 17 anos, avaliados em dois grandes levantamentos realizados em todo o Brasil em 1989 e em 2004/2005. As amostras foram compostas por 16.012 (7.908 meninas) e por 54.574 (24.144 meninas), no primeiro e segundo levantamento, respectivamente. A distribuição dos resultados foi feita a partir dos percentis 15 (P15), 50 (P50) e 85 (P85). Os resultados demonstraram que no P15, praticamente, não houve mudanças nos valores de IMC, no P50 e P80, por outro lado, ocorreram aumentos, sendo nos meninos ao longo de todas as idades, e nas meninas até em torno dos 11/12 anos. Seguindo os mesmos resultados de outros estudos, também no Brasil parece estar havendo aumento nos valores de IMC de crianças e adolescentes com o passar dos anos, aumentando a prevalência de sobrepeso e obesidade nesta faixa etária.

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Publicado

2009-01-01

Edição

Seção

Artigos Originais