Comportamento de variáveis fisiológicas durante a aula de hidroginástica com mulheres

Autores

  • Mabel Micheline Olkoski Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, RS. Brasil
  • Dalila Tosset Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, RS. Brasil
  • Marcelo Diederichs Wentz Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, RS. Brasil
  • Silvana Corrêa Matheus Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, RS. Brasil

DOI:

https://doi.org/10.1590/1980-0037.2010v12n1p43

Palavras-chave:

Hidroginástica, Consumo de oxigênio, Freqüência cardíaca, Índice de percepção de esforço, Lactato, Water gymnastics, Oxygen consumption, Heart rate, Rating of perceived exertion, Lactate.

Resumo

O objetivo deste estudo foi analisar o comportamento de variáveis fisiológicas e do Índice de Percepção de Esforço (IPE) durante os diferentes momentos da aula de hidroginástica. Foram estudadas 17 mulheres, universitárias (idade 23,06±2,05 anos) investigadas em duas etapas: 1) teste de esforço máximo na esteira (VO2pico e FCmáx); e 2) avaliação da composição corporal e realização da aula de hidroginástica (FC, VO2, [lac] e IPE). Utilizaram-se a estatística descritiva e ANOVA medidas repetidas, com o teste post hoc Student-Newman-Keuls (p< 0,05). Os resultados mostraram que tanto a FC, quanto o VO2 apresentaram valores estatisticamente diferentes (p=0,000) nos três períodos da aula. Os valores de lactato sanguíneo apresentaram-se diferentes estatisticamente (p=0,001), somente quando foram comparados os valores obtidos no período inicial (1,55 mM) e principal (3,58 mM). O IPE médio foi de 11 e o gasto calórico total foi de 262,10 kcal. Conclui-se que as variáveis fisiológicas estudadas e o IPE apresentam uma variação significativa em função das três fases da aula de hidroginástica. Além disso, as intensidades de esforço (FC, VO2, [lac]) obtidas no período principal estão dentro dos padrões estabelecidos pela literatura para exercícios aeróbios. Dessa forma, pode-se supor que a prática regular de aulas de hidroginástica com esta estrutura, pode causar uma melhora da condição física de mulheres adultas jovens.

Biografia do Autor

Mabel Micheline Olkoski, Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, RS. Brasil

Dalila Tosset, Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, RS. Brasil

Marcelo Diederichs Wentz, Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, RS. Brasil

Silvana Corrêa Matheus, Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, RS. Brasil

Profa. Adj. do Departamento de Métodos e Técnicas Desportivas - CEDF-UFSM. Áreas de Medidas e Avaliação em Educação Física e Fisiologia do Exercício.

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Publicado

2010-12-11

Edição

Seção

Artigos Originais