Comparação entre a cifose torácica de idosos sedentários e praticantes de atividade física pelo método flexicurva

Autores

  • Fabrício Marinho Bandeira Universidade Católica de Brasília. Brasília, DF. Brasil
  • Fabrício Costa Delfino Universidade Católica de Brasília. Brasília, DF. Brasil
  • Gustavo Azevedo Carvalho Universidade Católica de Brasília. Brasília, DF. Brasil
  • Renato Valduga Universidade Católica de Brasília. Brasília, DF. Brasil

DOI:

https://doi.org/10.1590/1980-0037.2010v12n5p381

Palavras-chave:

Cifose, Idosos, Sedentários, Atividade física, Flexicurva

Resumo

A hipercifose torácica é uma das alterações posturais mais comuns, sendo definida como um aumento da curvatura torácica no plano sagital da coluna vertebral. Com o envelhecimento, ocorrem alterações no sistema de controle postural que influenciam a mobilidade funcional e o déficit de equilíbrio em idosos. O objetivo do estudo foi comparar a cifose torácica de idosos praticantes de atividade física com idosos sedentários, determinando, assim, a influência da atividade física na cifose dorsal do idoso. Através de um estudo transversal, avaliaram-se 40 voluntários de ambos os sexos e sadios, que foram divididos em dois grupos, um de praticantes de atividades físicas (G1) e outro de sedentários (G2) com idade a partir de 60 anos e inferior a 69, que foram alocados aleatoriamente para aplicação do método flexicurva. Para a análise foram utilizados estatística descritiva, com média e desvio padrão, e o teste t independente de Student. Verificou-se que os indivíduos praticantes de atividade física foram os que menos sofreram com as alterações da curvatura da cifose torácica, mas não houve diferença significativa entre os grupos, indicando que idosos ativos e sedentários possuem características similares quanto à cifose torácica. Pode-se concluir que idosos ativos e sedentários apresentam características similares quanto à cifose torácica.

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Publicado

2010-01-01

Edição

Seção

Artigos Originais