Circunferências medidas em diferentes locais do tronco e fatores de risco cardiometabólico

Autores

  • Viviane Valentim Alves Licenciada em Educação Física pela Universidade Estadual de Santa Cruz, Ilhéus, Bahia, Brasil
  • Luiz Fernando Paulino Ribeiro Professor Assistente do Departamento de Ciências da Saúde da Universidade Estadual de Santa Cruz-UESC, Bahia, Brasil
  • Rosinei Barros Coordenação de Desenvolvimento de Recursos Humanos da Universidade Estadual de Santa Cruz -UESC, Bahia, Brasil
  • Sandra Rocha Gadelha Professora Adjunto do Departamento de Ciências Biológicas da Universidade Estadual de Santa Cruz-UESC, Bahia, Brasil
  • Stênio Carvalho Santos Professor Assistente do Departamento de Ciências Biológicas da Universidade Estadual de Santa Cruz-UESC, Bahia, Brasil

DOI:

https://doi.org/10.1590/1980-0037.2011v13n4p250

Palavras-chave:

Antropometria, Obesidade central, Fatores de risco.

Resumo

Os objetivos deste estudo foram comparar medidas de circunferências da cintura e abdominal e analisar suas relações com fatores de risco cardiometabólico em servidores de uma universidade da Bahia. Para tanto, cinquenta e cinco homens e setenta e uma mulheres (36,4 ± 11,2 anos) foram submetidos à avaliação antropométrica bem como medidas das pressões arteriais sistólica e diastólica, glicemia, triglicerídeos, colesterol total e frações HDL e LDL. Apesar das fortes correlações (P < 0.01) entre as diferentes medidas (r > 0,93), a circunferência da cintura foi significativamente menor que a circunferência abdominal em ambos os sexos, sendo a diferença média entre locais maior em mulheres (8,6 ± 4,1 vs 3,8 ± 4,2 cm; P < 0,01). A circunferência da cintura foi significativamente relacionada a dois e quatro fatores de risco em homens e mulheres, respectivamente. Por outro lado, a circunferência abdominal foi significativamente relacionada a um fator em homens e cinco em mulheres. Não foram observadas diferenças significativas (P > 0,05) entre coeficientes de correlação nos casos em que ambas as circunferências se relacionaram significativamente a um fator de risco. Esses resultados sugerem que o local de mensuração tem influência substancial sobre a circunferência tomada na região inferior do tronco, particularmente, em mulheres, porém, não evidenciam clara superioridade de uma das medidas quanto às relações com fatores de risco cardiometabólico tradicionais em amostra brasileira. Estudos devem ser conduzidos, buscando comparar a capacidade preditiva de diferentes medidas de circunferência para o desenvolvimento de fatores de risco e doenças cardiovasculares em diferentes populações.

Biografia do Autor

Viviane Valentim Alves, Licenciada em Educação Física pela Universidade Estadual de Santa Cruz, Ilhéus, Bahia, Brasil

Licenciada em Educação Física pela Universidade Estadual de Santa Cruz, Ilhéus, Bahia, Brasil

Luiz Fernando Paulino Ribeiro, Professor Assistente do Departamento de Ciências da Saúde da Universidade Estadual de Santa Cruz-UESC, Bahia, Brasil

Professor Assistente do Departamento de Ciências da Saúde da Universidade Estadual de Santa Cruz-UESC, Bahia, Brasil

Rosinei Barros, Coordenação de Desenvolvimento de Recursos Humanos da Universidade Estadual de Santa Cruz -UESC, Bahia, Brasil

Coordenação de Desenvolvimento de Recursos Humanos da Universidade Estadual de Santa Cruz -UESC, Bahia, Brasil

Sandra Rocha Gadelha, Professora Adjunto do Departamento de Ciências Biológicas da Universidade Estadual de Santa Cruz-UESC, Bahia, Brasil

Professora Adjunta do Departamento de Ciências Biológicas da Universidade Estadual de Santa Cruz-UESC, Bahia, Brasil

Stênio Carvalho Santos, Professor Assistente do Departamento de Ciências Biológicas da Universidade Estadual de Santa Cruz-UESC, Bahia, Brasil

Professor Assistente do Departamento de Ciências Biológicas da Universidade Estadual de Santa Cruz-UESC, Bahia, Brasil

Downloads

Publicado

2011-06-08

Edição

Seção

Artigos Originais