Biofotogrametria confiabilidade das medidas do protocolo do software para avaliação postural (SAPO)

Autores

  • Juliana Alves Souza Universidade Federal de Santa Maria. Santa Maria, RS. Brasil
  • Fernanda Pasinato Universidade Federal de Santa Maria. Santa Maria, RS. Brasil
  • Débora Basso Universidade Federal de Santa Maria. Santa Maria, RS. Brasil
  • Eliane Castilhos Rodrigues Corrêa Universidade Federal de Santa Maria. Programa de Pós-graduação em Distúrbios da Comunicação Humana. Santa Maria, RS. Brasil
  • Ana Maria Toniolo da Silva Universidade Federal de Santa Maria. Programa de Pós-graduação em Distúrbios da Comunicação Humana. Santa Maria, RS. Brasil

DOI:

https://doi.org/10.1590/1980-0037.2011v13n4p299

Palavras-chave:

fFotogrametria, Reprodutibilidade dos testes, Postura, Avaliação de programas e instrumentos de pesquisa.

Resumo

A fotogrametria vem sendo utilizada como um valioso recurso diagnóstico para a verificação e mensuração de alterações posturais, porém a ausência de padronização das referências anatômicas, dos ângulos obtidos entre estas e sua significância dificulta a comparação entre estudos e a confiabilidade dos resultados encontrados. O objetivo do estudo foi verificar a confiabilidade inter e intra-examinadores das medidas angulares propostas pelo software de avaliação postural SAPO v. 0.68. Participaram do estudo 24 sujeitos, os quais foram fotografados na postura em pé, seguindo as recomendações do SAPO. Três avaliadores (A, B e C) experientes no uso do programa analisaram as imagens, repetindo essa análise sete dias após. A variância, o coeficiente de correlação intraclasse (ICC) e teste T com nível significância de 5% foram aplicados. Resultados indicaram que na confiabilidade interexaminadores dos 20 ângulos mensurados, dois foram classificados como não aceitáveis (A13: ICC=0,623 e A14: ICC=0,568), um como aceitável (A19: ICC=0,743), um como muito bom (A20: ICC=0,860) e 16 como excelentes (ICC ≥ 0,90). Na avaliação da repetibilidade do método, por um mesmo avaliador, dois ângulos mensurados pelo examinador A foram significativamente diferentes em duas medidas (A11:p=0,015; A12:p=0,026); também dois ângulos pelo examinador B (A2:p=0,019; A12:p=0,015) e um ângulo pelo examinador C (A16;p=0,011). Concluíu-se que os ângulos propostos pelo protocolo SAPO mostraram-se confiáveis após avaliação entre diferentes examinadores para mensurar os segmentos corporais.

Biografia do Autor

Juliana Alves Souza, Universidade Federal de Santa Maria. Santa Maria, RS. Brasil

Mestranda em Distúrbios da Comunicação Humana/ Universidade Federal de Santa Maria – UFSM/ Santa Maria / RS / Brasil.

Fernanda Pasinato, Universidade Federal de Santa Maria. Santa Maria, RS. Brasil

Mestranda em Distúrbios da Comunicação Humana/ Universidade Federal de Santa Maria – UFSM/ Santa Maria / RS / Brasil.

Débora Basso, Universidade Federal de Santa Maria. Santa Maria, RS. Brasil

Mestranda em Distúrbios da Comunicação Humana/ Universidade Federal de Santa Maria – UFSM/ Santa Maria / RS / Brasil.

Eliane Castilhos Rodrigues Corrêa, Universidade Federal de Santa Maria. Programa de Pós-graduação em Distúrbios da Comunicação Humana. Santa Maria, RS. Brasil

Professora Dra do Curso de Fisioterapia e do Programa de Pós-graduação em Distúrbios da Comunicação Humana / Universidade Federal de Santa Maria – UFSM, Santa Maria / RS / Brasil

Ana Maria Toniolo da Silva, Universidade Federal de Santa Maria. Programa de Pós-graduação em Distúrbios da Comunicação Humana. Santa Maria, RS. Brasil

Professora Associada do Departamento de Fonoaudiologia, docente do Curso de Fonoaudiologia e do Programa de Pós-graduação em Distúrbios da Comunicação Humana / Universidade Federal de Santa Maria – UFSM, Santa Maria / RS / Brasil.

Publicado

2011-06-14

Edição

Seção

Artigos Originais