Déficit bilateral de força pós-reconstrução do ligamento cruzado anterior
DOI:
https://doi.org/10.1590/1980-0037.2012v14n1p93Resumo
Os objetivos do presente estudo foram verificar diferenças de carga entre o membro operado (MO) e o membro não operado (MNO) e comparar a soma das ações unilaterais com as bilaterais em um teste de 10 repetições máximas (10RM) nos movimentos de extensão e flexão de joelhos em indivíduos pós-reconstrução do ligamento cruzado anterior (LCA). Participaram do estudo vinte homens (37,8±5,7 anos; 179,2±4,9 cm; 87,1±7,5 kg) submetidos à reconstrução do LCA com auto-enxerto em um segmento, testados em dois dias distintos na cadeira extensora e a mesa flexora. Utilizou-se o teste-t student dependente com p?0,05 como nível de significância. Foram observadas diferenças significativas (p?0,05) entre o MO e o MNO para flexão e extensão de joelho e na comparação do somatório das cargas unilaterais com a bilateral. Em conclusão, foi identificado o déficit bilateral para os dois movimentos analisados, assim como, diferença na força máxima entre o MO e MNO.
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Copyright (c) 2011 Ewertton de Souza Bezerra, Érica Queiroz da Silva Bezerra, Roberto Simão, Ingrid Dias, Tiago Figueiredo

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