Desenvolvimento e validação de equação preditiva da gordura visceral em mulheres

Autores

  • Marina de Moraes Vasconcelos Petribu Universidade Federal de Pernambuco. Centro Acadêmico de Vitoria. Núcleo de Nutrição. Vitoria de Santo Antão, PE. Brasil.
  • Fernando José de Sá Pereira Guimarães Universidade de Pernambuco. Escola Superior de Educação Física. Recife, PE. Brasil.
  • Poliana Coelho Cabral Universidade Federal de Pernambuco. Centro de Ciências da Saúde. Departamento de Nutrição. Recife, PE. Brasil.
  • Eduila Maria Couto Santos Universidade Federal de Pernambuco. Universidade Federal de Pernambuco. Centro Acadêmico de Vitoria. Núcleo de Nutrição. Vitoria de Santo Antão, PE. Brasil.
  • Alcides da Silva Diniz Universidade Federal de Pernambuco. Centro de Ciências da Saúde. Departamento de Nutrição. Recife, PE. Brasil.
  • Ilma Kruze Grande de Arruda Universidade Federal de Pernambuco. Centro de Ciências da Saúde. Departamento de Nutrição. Recife, PE. Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.1590/1980-0037.2012v14n3p333

Palavras-chave:

Antropometria, Estudos de validação, Gordura intra-abdominal, Obesidade abdominal, Ultrassonografia.

Resumo

Os métodos atualmente disponíveis para avaliação da obesidade visceral apresentam limitações, tornando-os inviáveis para avaliação em grandes grupos de indivíduos. Esse estudo teve por objetivo desenvolver e validar equação preditiva para estimar a área de tecido adiposo visceral em mulheres jovens. Foram estudadas 64 mulheres entre 19 e 36 anos. As seguintes variáveis foram avaliadas: volume de gordura visceral (VGV) (medido pela ultra-sonografia), Índice de Massa Corporal (IMC), Circunferência da Cintura, Razão Cintura-Estatura (RCE), Razão Cintura-Quadril, Índice de Conicidade, Perfil Lipídico e Glicemia de Jejum (GJ). As mulheres foram divididas em dois grupos: desenvolvimento (n=48) e validação (n=16) da equação. Foram propostas e validadas três equações para estimativa do VGV: Equação 1: VGV=-31,888+(4,044xIMC); Equação 2: VGV= -51,891+(248,018xRCE); Equação 3: VGV= -130,941 +(198,673 * RCE) + (1,185xGJ), com poder preditivo de 34%, 24% e 45%, respectivamente. Não foi observada diferença estatisticamente significante entre os valores de VGV avaliados pela ultrassonografia e estimados pelas equações preditivas no grupo de validação. As equações propostas podem ser utilizadas para calculo do VGV de mulheres jovens, quando os exames de imagem não estiverem disponíveis, sendo uma ferramenta valiosa para estudos epidemiológicos e serviços de saúde.

 

Biografia do Autor

Marina de Moraes Vasconcelos Petribu, Universidade Federal de Pernambuco. Centro Acadêmico de Vitoria. Núcleo de Nutrição. Vitoria de Santo Antão, PE. Brasil.

Centro Acadêmico de Vitória/ Núcleo de Nutrição

Poliana Coelho Cabral, Universidade Federal de Pernambuco. Centro de Ciências da Saúde. Departamento de Nutrição. Recife, PE. Brasil.

Centro de Ciências da Saúde/ Departamento de Nutrição

Eduila Maria Couto Santos, Universidade Federal de Pernambuco. Universidade Federal de Pernambuco. Centro Acadêmico de Vitoria. Núcleo de Nutrição. Vitoria de Santo Antão, PE. Brasil.

Centro Acadêmico de Vitória/ Núcleo de Nutrição

Alcides da Silva Diniz, Universidade Federal de Pernambuco. Centro de Ciências da Saúde. Departamento de Nutrição. Recife, PE. Brasil.

Centro de Ciências da Saúde/ Departamento de Nutrição

Ilma Kruze Grande de Arruda, Universidade Federal de Pernambuco. Centro de Ciências da Saúde. Departamento de Nutrição. Recife, PE. Brasil.

Centro de Ciências da Saúde/ Departamento de Nutrição

Downloads

Publicado

2012-04-30

Edição

Seção

Artigos Originais