Atividade eletromiográfica e discinesia escapular em atletas com e sem síndrome do impacto no ombro
DOI:
https://doi.org/10.1590/1980-0037.2013v15n2p193Resumo
O objetivo do estudo foi avaliar a presença de discinesia escapular, níveis de dor,satisfação e função, bem como analisar a ativação dos músculos estabilizadores da escápula durante tarefas isométricas de abdução do ombro em atletas com e sem SIO. Trinta atletas do sexo masculino foram divididos em grupo SIO e grupo Controle. Os voluntários responderam ao questionário Penn Shoulder Score para língua portuguesa que avalia dor, disfunção e satisfação em relação ao ombro, e também foram avaliados quanto à presença de discinesia escapular pelo Slide Scapular Lateral Test. A atividade eletromiográfica dos músculos trapézio superior (TS), trapézio médio (TM), trapézio inferior (TI) e serrátil anterior (SA) foi avaliada durante a realização da abdução isométrica do ombro nos planos frontal e escapular nas angulações de 45°, 90° e 120°. O grupo SIO apresentou maior indicativo de dor e discinesia escapular quando comparado ao grupo controle. No grupo SIO, foram observados valores maiores da razão eletromiográfica entre TS/TI e TI/SA no plano frontal em relação ao plano escapular. Pode-se concluir que a dor, discinesia escapular e alterações na atividade muscular foram mais observadas no grupo SIO quando comparado ao grupo Controle. Sendo assim, exercícios que enfatizam a musculatura escapular devem ser considerados no planejamento de programas de reabilitação para a SIO.
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Copyright (c) 2013 Valéria Mayaly Oliveira, Laísla Batista, André Pirauá, Ana Carolina Pitangui, Rodrigo Cappato de Araújo

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