Relação entre índices fisiológicos aeróbios e desempenho em provas de curta e média

Autores

  • Eduardo Bernardo Sangali Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Presidente Prudente, São Paulo, Brasil.
  • Eduardo Zapaterra Campos Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Presidente Prudente, São Paulo, Brasil.
  • Luigi Agostini Gobbo Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Presidente Prudente, São Paulo, Brasil.
  • Vitor Luiz de Andrade Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Presidente Prudente, São Paulo, Brasil.
  • Marcelo Papoti Universidade de São Paulo, Faculdade de Educação Física e Esporte de Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil.
  • Ismael Forte Freitas Junior Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Presidente Prudente, São Paulo, Brasil.
  • Tiago Rezende Figueira Universidade Estadual de Campinas, Departamento de Pós Graduação em Clínica Médica, Campinas, São Paulo, Brasil.
  • Pedro Balikian Junior Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Presidente Prudente, São Paulo, Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.1590/1980-0037.2013v15n4p498

Palavras-chave:

Ciclismo, Índices Fisiológicos, Desempenho, Contra relógio

Resumo

Poucos são os estudos que possibilitam verificar quais as respostas fisiológicas são associadas ao desempenho em uma amostra de ciclistas de elite nacional. Portanto, o objetivo do presente estudo foi determinar e relacionar diferentes índices fisiológicos aeróbios com o desempenho em testes contra relógio de 4 e 20km em ciclistas de alto nível. A amostra foi composta por 14 ciclistas profissionais de elite nacional do sexo masculino (28,5 ± 4,7 anos, 73,47 ± 8,29 kg, 176 ± 6,76 cm),que realizaram um teste progressivo em laboratório para a determinação do consumo máximo de oxigênio (VO2max: 62,23 ± 8,28 ml·kg·min-1), intensidade relativa ao VO2max (iVO2max: 500,83 ± 58,65 w), economia de movimento (EM:0,1166 ± 0,0362 ml·kg·min·w-1) e 1º e 2º limiares ventilatórios (LV1: 348,21 ±43,26 w; LV2: 417,86 ± 60,79 w, respectivamente). Também foram submetidos a duas provas de 4 e 20km contra relógio. Para correlação entre os índices fisiológicos e desempenho, foi utilizado o coeficiente de correlação de Pearson (p< 0,05). Não foi encontrada correlação entre os índices fisiológicos (VO2max absoluto e relativo, iVO-2max, EM, LV1 e LV2) e o desempenho de 4km (r=0.38; 0.16; -0.33; 0.20; -0.50; -0.20, respectivamente) e 20km (r= 0.24; 0.01;-0.13; -0.12; -0.48; -0.19, respectivamente) contra relógio em atletas de altonível. Estes resultados sugerem que tais variáveis não apresentam capacidade de explicar o desempenho em provas de contra relógio nas respectivas distâncias, provavelmente, devido à homogeneidade entre os sujeitos.

Biografia do Autor

Eduardo Bernardo Sangali, Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Presidente Prudente, São Paulo, Brasil.

Mestrando em Fisioterapia da Faculdade de Ciências e Tecnologia - UNESP - Campus de Presidente Prudente.

Eduardo Zapaterra Campos, Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Presidente Prudente, São Paulo, Brasil.

Mestre em Fisioterapia da Faculdade de Ciências e Tecnologia - UNESP - Campus de Presidente Prudente.

Luigi Agostini Gobbo, Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Presidente Prudente, São Paulo, Brasil.

Graduação em Educação Física na Faculdade de Ciências e Tecnologia - UNESP - Campus de Presidente Prudente.

Vitor Luiz de Andrade, Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Presidente Prudente, São Paulo, Brasil.

Graduando em Educação Física na Faculdade de Ciências e Tecnologia - UNESP - Campus de Presidente Prudente.

Marcelo Papoti, Universidade de São Paulo, Faculdade de Educação Física e Esporte de Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil.

Professor Assistente Doutor da Faculdade de Ciências e Tecnologia - UNESP - Campus de Presidente Prudente.

Ismael Forte Freitas Junior, Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Presidente Prudente, São Paulo, Brasil.

Professor Assistente Doutor da Faculdade de Ciências e Tecnologia - UNESP - Campus de Presidente Prudente.

Tiago Rezende Figueira, Universidade Estadual de Campinas, Departamento de Pós Graduação em Clínica Médica, Campinas, São Paulo, Brasil.

Professor do Departamento de Pós Graduação em Clínica Médica da Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP.

Pedro Balikian Junior, Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Presidente Prudente, São Paulo, Brasil.

Professor Assistente Doutor da Faculdade de Ciências e Tecnologia - UNESP - Campus de Presidente Prudente.

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Publicado

2013-04-30

Edição

Seção

Artigos Originais