Capacidade de alcance em idosas submetidas a um treinamento de flexibilidade
DOI:
https://doi.org/10.1590/1980-0037.2015v17n6p722Resumen
O objetivo do presente estudo foi analisar a influência de um treinamento de flexibilidade nos níveis de amplitude articular máxima e capacidade de alcance em idosas praticantes de hidroginástica participantes do projeto Prev-Quedas. As idosas foram alocadas em dois grupos: Intervenção (GI, n=25), no qual foram submetidas a um programa de treinamento de flexibilidade; e Controle (GC, n=21), no qual as idosas participavam, apenas, das aulas de hidroginástica. O treinamento de flexibilidade teve a duração de três meses e frequência semanal de dois dias, composto por exercícios de alongamento envolvendo tronco e membros inferiores, realizados após as aulas de hidroginástica. O método de alongamento utilizado foi o estático passivo. A aferição foi constituída pelos testes de alcance funcional, lateral e goniométrico. A análise estatística foi feita através dos seguintes testes: normalidade de Shapiro-Wilk, ANCOVA, correlação de Pearson e de Spearman. Foram encontrados resultados significativos para o GI no ganho de amplitude articular máxima na articulação do quadril direito (p=0,0025), porém, o mesmo não foi visto nas demais articulações aferidas, assim como também, não houve melhora na capacidade de alcance funcional e lateral para ambos os grupos. Também não foram vistas correlações significativas entre a capacidade de alcance e amplitude articular no tronco, quadril e tornozelo. Portanto, o treinamento de flexibilidade associado à prática da hidroginástica, promoveu aumento da amplitude articular máxima somente na articulação do quadril, contudo, não foi visto melhora na capacidade de alcance. A prática, somente da hidroginástica, apresentou resultados não significativos.
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